Resumo
Neste artigo, pretendemos apresentar algumas ideias gerais que constituem o trabalho do/a mediador/a cultural e sua contribuição para uma educação crítica e emancipadora. Como ação educativa, sua atuação pretende construir
conhecimento, estimulando a leitura, a reflexão e a interpretação do universo cultural de referência. Contudo, essa ocupação tem seu potencial sucateado e invisibilizado por meio de práticas neoliberais que precarizam as relações e condições de trabalho, ferindo suas possibilidades de criticidade e planejamento. Elaborar caminhos para o reconhecimento e a inserção dessa atividade trabalhista na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) parece ser o próximo passo na luta trabalhista desta categoria.