Abstract
A violência contra a mulher é um problema social complexo
e que exige uma análise ampla. Nesse contexto, o papel
do homem na violência de gênero e enquanto objeto de
políticas públicas é fundamental para a compreensão do
fenômeno. A interseccionalidade é utilizada como ferramenta
analítica, articulando patriarcado e racismo como estruturas
de opressão que atravessam a violência contra a mulher.
O artigo aborda temas como machismo, masculinidades,
patriarcado e políticas públicas voltadas a homens autores
de violência. O objetivo é refletir sobre a construção do
comportamento violento masculino e analisar documentos
sobre a criação e regulamentação de grupos reflexivos, a
partir de revisão narrativa da literatura e da análise de dois
instrumentos normativos.
