Resumo
O presente artigo tem como objetivo investigar o apelido nas situações de conflito interpessoais dos adolescentes do Ensino Médio. Foram convidados alunos do 1° ao 3° do Ensino Médio de uma escola pública do interior de São Paulo e 137 aceitaram participar da pesquisa. O método adotado é do tipo descritivo e quanto a natureza dos dados é quantitativa. O instrumento utilizado foi uma entrevista estruturada. Os resultados apontam a presença de conflitos interpessoais gerados pela colocação de apelido por parte dos jovens, não havendo diferença quanto ao ano escolar e sexo dos alunos. Diante dos resultados, concluiu-se que para que os jovens se desenvolvam moralmente, torna-se urgente a escola repensar sua forma de educar.