{"id":4688,"date":"2026-03-30T15:44:40","date_gmt":"2026-03-30T18:44:40","guid":{"rendered":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/?post_type=capitulos&#038;p=4688"},"modified":"2026-04-02T14:39:36","modified_gmt":"2026-04-02T17:39:36","slug":"a-tecnologia-que-vai-alem-do-digital","status":"publish","type":"capitulos","link":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/capitulos\/a-tecnologia-que-vai-alem-do-digital\/","title":{"rendered":"A tecnologia que vai al\u00e9m do digital"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Inspiradas na trajet\u00f3ria de povos ancestrais, turmas do Vera Integral transformaram elementos como madeira, barro, caixas de ovos e metal em utens\u00edlios dom\u00e9sticos e bonecos<\/em><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p style=\"font-size:16px\"><strong><strong>REPORTAGEM<\/strong> Mariana Gonzalez&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1019\" height=\"573\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem3-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4693\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem3-1.jpg 1019w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem3-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem3-1-768x432.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1019px) 100vw, 1019px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O trabalho com o barro instigou os\/as estudantes a refletirem sobre as tecnologias que geraram instrumentos que usamos hoje. Cr\u00e9dito: Acervo\/Escola Vera Cruz<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O que \u00e9 tecnologia? Qual a rela\u00e7\u00e3o dos humanos com elementos presentes na natureza? A capacidade de moldar alguns desses elementos \u00e9 tamb\u00e9m tecnologia? Essas perguntas est\u00e3o na base do projeto que a professora Amanda Cristina Maciel Pellini realizou com alunos do G5 ao 2\u00ba ano, da Vila Ipojuca.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta inicial do projeto \u201cCiclo ancestral de transforma\u00e7\u00e3o de instrumentos da cozinha\u201d era estudar como povos ancestrais desenvolveram a capacidade de transformar madeira, barro e metal em utens\u00edlios importantes para a nossa alimenta\u00e7\u00e3o, como talheres, pil\u00e3o e at\u00e9 fornos.&nbsp;Essa constru\u00e7\u00e3o contou com a parceria da professora do grupo Nana, que trouxe sua vis\u00e3o como educadora e detentora de saberes ancestrais para o centro do debate, al\u00e9m da colabora\u00e7\u00e3o de outros profissionais do Integral, como o respons\u00e1vel pelos cuidados com jardim, Mavi.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto, no entanto, se tornou algo maior: durante todo o ano de 2025, a professora trabalhou com as crian\u00e7as a ideia de tecnologia ancestral, que pouco tem a ver com celulares, tablets, internet e intelig\u00eancia artificial.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA rela\u00e7\u00e3o dos humanos com a tecnologia \u00e9 muito conturbada, permeada pelo consumo e pelos malef\u00edcios ao meio ambiente. Diante de tudo isso, vejo necessidade de resgatar a cultura ancestral: a ideia de tecnologia para a transforma\u00e7\u00e3o de materiais\u201d, diz Amanda. \u201cPor isso, ensino \u00e0s crian\u00e7as que tecnologia \u00e9 tudo aquilo que a gente consegue transformar, modificar e que nos afeta de alguma forma. Ensino que podemos conviver e trabalhar entre esp\u00e9cies, homem e m\u00e1quina, de uma forma boa e harmoniosa.\u201d<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Do talher ao forno<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Com os\/as estudantes, o trabalho come\u00e7ou com a transforma\u00e7\u00e3o de madeira de descarte e galhos em colheres e garfos. Depois, chegou a vez de materiais como \u00e1gua, barro e metal, que serviram para fabricar outros utens\u00edlios de cozinha. Por fim, Amanda apresentou \u00e0 turma o \u00faltimo elemento do projeto: o fogo. Juntos, crian\u00e7as e adultos constru\u00edram um forno de barro na \u00e1rea externa da escola, seguindo tutoriais de fam\u00edlias que vivem em agroflorestas e \u00e1reas rurais.<\/p>\n\n\n\n<p>Na primeira tentativa, por\u00e9m, a turma construiu um forno de areia, que caiu. Depois, foi a vez de moldar um forno de tijolos, que n\u00e3o ficou muito bom. \u201cO erro \u00e9 importante para o processo de aprendizagem\u201d, defende a professora. Quando chegaram \u00e0 vers\u00e3o final, feita de barro, as crian\u00e7as conseguiram assar p\u00e3es, que elas mesmas fizeram, para servir \u00e0s fam\u00edlias em uma celebra\u00e7\u00e3o ao final do 1\u00ba semestre.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando as crian\u00e7as produzem algo com as pr\u00f3prias m\u00e3os e reconhecem o valor da energia que depositam nas coisas, a ideia de tecnologia se transforma para elas\u201d, diz Amanda.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"427\" height=\"760\" data-id=\"4691\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-19.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4691\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-19.jpeg 427w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-19-169x300.jpeg 169w\" sizes=\"(max-width: 427px) 100vw, 427px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1039\" height=\"584\" data-id=\"4690\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-18.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4690\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-18.jpeg 1039w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-18-300x169.jpeg 300w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-18-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-18-768x432.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 1039px) 100vw, 1039px\" \/><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\">Experimenta\u00e7\u00e3o, tentativas e erros foram parte importante da produ\u00e7\u00e3o dos utens\u00edlios de cozinha e do forno de barro. Cr\u00e9dito: Acervo\/Escola Vera Cruz<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pessoas, natureza e tecnologia&nbsp;<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>No 2\u00ba semestre, a professora seguiu abordando a rela\u00e7\u00e3o com a tecnologia com os mesmos materiais \u2013 bambu, madeira, metal e especialmente o barro. Mas, dessa vez, a proposta era construir rob\u00f4s.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para elaborar sua proposta, Amanda usou como refer\u00eancia conceitos de intelectuais que tratam da rela\u00e7\u00e3o entre pessoas, natureza e tecnologia, como a estadunidense Donna Haraway e os brasileiros Ailton Krenak, de origem ind\u00edgena, e Ant\u00f4nio Bispo dos Santos, o N\u00eago Bispo, de origem quilombola. O objetivo era mostrar possibilidades de harmonia nessa rela\u00e7\u00e3o. \u201cFui desenvolvendo com eles a no\u00e7\u00e3o de rob\u00f4 como um amigo imagin\u00e1rio, um sujeito de afeto e de cuidados\u201d, explica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem2-1-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4692\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem2-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem2-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem2-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem2-1-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem2-1-2048x1151.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Durante o trabalho, os alunos e alunas puderam refletir sobre o que \u00e9 tecnologia e conhecer tecnologias ancestrais. Cr\u00e9dito: Acervo\/Escola Vera Cruz<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O primeiro rob\u00f4 foi constru\u00eddo com papel <em>kraft<\/em> e folhas ca\u00eddas das \u00e1rvores. O segundo foi feito com caixas de ovos amassadas, remodeladas e cobertas com resina. Para o terceiro, foi utilizado barro, peda\u00e7os de bambu e palitos de sorvete.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com os dois \u00faltimos rob\u00f4s, a professora conseguiu trabalhar quest\u00f5es que envolvem formas geom\u00e9tricas tridimensionais, uma vez que, na confec\u00e7\u00e3o, foram usadas pe\u00e7as em forma de cubo, esferas e pir\u00e2mides. \u201cAs crian\u00e7as constru\u00edram tudo do zero, da procura pelas folhas, passando pela prepara\u00e7\u00e3o do barro e do papel mach\u00ea, at\u00e9 a pintura\u201d, conta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao final do processo, a pedido das turmas, os rob\u00f4s ganharam alguns elementos eletr\u00f4nicos, como rodas, motores e luzes <em>led<\/em>, al\u00e9m de uma pequena tela programada para projetar desenhos criados pelos\/as pr\u00f3prios\/as estudantes. \u201cEles n\u00e3o se desprenderam completamente da ideia de tecnologia digital e queriam que o rob\u00f4 andasse, tremesse, emitisse sons, tivesse luzes e telas. Ent\u00e3o, constru\u00edmos um pouco disso tamb\u00e9m\u201d, relata Amanda.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda assim, a professora constatou que houve uma amplia\u00e7\u00e3o da percep\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as sobre rob\u00f4s e tecnologias. \u201cPara mim, rob\u00f4 \u00e9 uma coisa de metal que faz tudo que a gente pede. Mas os rob\u00f4s de argila s\u00e3o mais legais, porque foi a gente que fez e foi divertido. O rob\u00f4 de argila \u00e9 o rob\u00f4 mais legal\u201d, diz a estudante Manuela, de&nbsp;6&nbsp;anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refletindo sobre humanidade&nbsp;<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Com os rob\u00f4s prontos, Amanda prop\u00f4s algumas reflex\u00f5es \u00e0 turma: eles t\u00eam vida? O que faz deles vivos ou n\u00e3o? A professora tamb\u00e9m questionou se as crian\u00e7as haviam notado alguma diferen\u00e7a nos rob\u00f4s, pensando em quando eles haviam sido constru\u00eddos e como estavam naquele momento, meses depois. Elas notaram que o barro havia mudado de cor e as folhas tamb\u00e9m.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"862\" height=\"647\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-17.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4689\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-17.jpeg 862w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-17-300x225.jpeg 300w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-17-768x576.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 862px) 100vw, 862px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">As crian\u00e7as reutilizaram materiais como peda\u00e7os de madeira e folhas ca\u00eddas de \u00e1rvore para planejar suas produ\u00e7\u00f5es. Cr\u00e9dito: Acervo\/Escola Vera Cruz<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>A educadora, ent\u00e3o, provocou: \u201cSe a gente envelhece, podemos dizer que os rob\u00f4s tamb\u00e9m envelheceram? Envelhecer n\u00e3o prova que eles t\u00eam vida?\u201d. Segundo ela, algumas crian\u00e7as apontaram que o fato dos rob\u00f4s n\u00e3o se movimentarem era sinal de que n\u00e3o estavam vivos. Lino, de&nbsp; 6&nbsp; anos, por\u00e9m, argumentou: \u201cAs \u00e1rvores tamb\u00e9m est\u00e3o paradas, mas est\u00e3o vivas\u201d. E sua colega Mila, de&nbsp; 8 anos, acrescentou: \u201cNa verdade, ningu\u00e9m est\u00e1 parado nunca, porque a Terra est\u00e1 sempre girando\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00faltima miss\u00e3o da turma foi organizar uma cerim\u00f4nia para dar nome aos rob\u00f4s. A professora Amanda deixou as crian\u00e7as livres para inventarem o ritual em consenso. \u201cElas usaram \u00e1gua, me pediram pra ficar em sil\u00eancio e foram falando os nomes que queriam no ouvido dos colegas, em segredo. Depois, escreveram em um papel\u201d, lembra.&nbsp; Um dos alunos, Martin, de 6 anos, decidiu misturar v\u00e1rios gizes e jogou \u00e1gua colorida no rob\u00f4. \u201cQuero que ele tenha bons sonhos\u201d, explicou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para encerrar o projeto, no final do ano, foi organizada uma festa com as fam\u00edlias para comemorar o nascimento dos rob\u00f4s e os nomes que eles receberam: Cristal, Flor e Rainbow.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<style>\n.para-saber-mais{\nborder:2px solid #cd4213;\npadding: 20px;\n}<\/style>\n<div class=\"para-saber-mais\">\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Para saber mais<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-b0e33450e68bc13dfc20f5ec598377e9\"><strong>LIVRO <\/strong><em>Futuro ancestral<\/em>, de Ailton Krenak<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8ef447f3b023595a1c1d6bfe06de851c\"><strong>LIVRO <\/strong><em>O manifesto das esp\u00e9cies companheiras<\/em>, de Donna Haraway<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-60e93f5d5910bb5f8ab54c08177463f5\"><strong>LIVRO <\/strong><em>Antropologia do ciborgue: as vertigens do p\u00f3s-humano<\/em>, de Donna Haraway<\/p>\n\n\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\"><strong>PROJETO &#8220;CICLO ANCESTRAL DE TRANSFORMA\u00c7\u00c3O DE INSTRUMENTOS DA COZINHA&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:16px\">PROFESSSORA <strong>Amanda Cristina Maciel Pellini<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:16px\">PROFESSSORA DO GRUPO <strong>Adriana Patarra (Nana)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:16px\">AUXILIAR DO GRUPO <strong>Luciene Almeida Siqueira Ferreira<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:16px\">ESTAGI\u00c1RIOS <strong>Safira de Lelli e Rafael Trinca<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:16px\">COORDENADORA <strong>Cl\u00e9lia Cortez<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","tags":[53,17],"edicao":[75],"class_list":["post-4688","capitulos","type-capitulos","status-publish","hentry","tag-integral","tag-praticas-pedagogicas","edicao-edicao-9"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4688","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos"}],"about":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/types\/capitulos"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4688"}],"version-history":[{"count":13,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4688\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4923,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4688\/revisions\/4923"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4688"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4688"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=4688"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}