{"id":4617,"date":"2026-04-01T12:37:04","date_gmt":"2026-04-01T15:37:04","guid":{"rendered":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/?post_type=capitulos&#038;p=4617"},"modified":"2026-04-08T14:44:53","modified_gmt":"2026-04-08T17:44:53","slug":"onde-esta-a-mata-atlantica","status":"publish","type":"capitulos","link":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/capitulos\/onde-esta-a-mata-atlantica\/","title":{"rendered":"Onde est\u00e1 a Mata Atl\u00e2ntica?"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Explorando v\u00e1rios sentidos, o G3 conheceu mais da flora pr\u00f3xima \u00e0 Escola e percebeu a import\u00e2ncia de preservar esse bioma brasileiro<\/em><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p style=\"font-size:16px\"><strong><strong>REPORTAGEM<\/strong> Gabriely Ara\u00fajo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"1000\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem1-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4656\" style=\"width:100%;\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem1-2.jpg 750w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem1-2-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>As crian\u00e7as aprofundaram seu conhecimento sobre a Mata Atl\u00e2ntica ao acompanhar o ciclo das \u00e1rvores dos arredores da Escola<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo de 2024, quem passasse pelas ruas entre o Verinha \u2013 unidade de Educa\u00e7\u00e3o Infantil da Escola Vera Cruz \u2013 e a Pra\u00e7a Capit\u00e3o Mateus de Andrade poderia encontrar um grupo de crian\u00e7as curiosas, observando um elemento que passa despercebido por quase todos que transitam por ali: as \u00e1rvores presentes nos arredores da Escola.<\/p>\n\n\n\n<p>As atividades ao ar livre fizeram parte do projeto \u201cOnde est\u00e1 a Mata Atl\u00e2ntica?\u201d, conduzido pelos professores Sofia Alves e Samuel Oliveira, em que as crian\u00e7as de 3 e 4 anos puderam reconhecer a presen\u00e7a desse bioma em suas vidas e, de acordo com os educadores respons\u00e1veis, \u201cimaginar camadas de mundo\u201d. \u201cEsper\u00e1vamos que elas pudessem se reconhecer como parte&nbsp;pertencente e respons\u00e1vel pela natureza e n\u00e3o apartados&nbsp;ou superiores&nbsp;a&nbsp;ela\u201d, conta a orientadora Silvia Macul.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de iniciar o trabalho em sala, foi realizado um ateli\u00ea disparador, no qual a orientadora Silvia e a atelierista Luz Marina Esp\u00edndola organizaram uma imers\u00e3o criativa para a equipe de educadores, nutrida por textos, arte e reflex\u00f5es que aprofundaram o olhar deles sobre o tema.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"785\" height=\"589\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4657\" style=\"width:100%\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem2.jpg 785w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem2-300x225.jpg 300w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem2-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 785px) 100vw, 785px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Ao observar atentamente as plantas dentro e fora da Escola, as crian\u00e7as desenvolveram a sensibilidade para reconhecer a presen\u00e7a \u2013 muitas vezes ignorada \u2013 da natureza no espa\u00e7o urbano<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Essa troca ajudou no planejamento colaborativo iniciado em abril e que, ao longo dos meses, foi incorporando a participa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as. \u201cA sequ\u00eancia foi sendo constru\u00edda com base no nosso olhar para o que viv\u00edamos com as crian\u00e7as e nos nossos estudos sobre o tema. Sempre n\u00f3s quatro (professores, atelierista e orientadora) pensando nos pr\u00f3ximos passos\u201d, afirma Silvia.<\/p>\n\n\n\n<p>A jornada investigativa come\u00e7ou com provoca\u00e7\u00f5es planejadas para instigar o olhar das crian\u00e7as sobre a complexa rela\u00e7\u00e3o entre a floresta e a cidade. O objetivo era despertar a percep\u00e7\u00e3o de que o espa\u00e7o urbano onde vivem guarda as mem\u00f3rias de uma paisagem natural ancestral, ao convid\u00e1-las a se tornarem exploradoras do pr\u00f3prio territ\u00f3rio. Outro prop\u00f3sito era evitar o fen\u00f4meno da \u201ccegueira bot\u00e2nica\u201d, quando a pessoa, por sempre ver frutas, folhas e frutos apenas no mercado, n\u00e3o reconhece de onde eles vieram, como s\u00e3o suas \u00e1rvores e seus ciclos, e\/ou nem percebe as plantas como seres vivos naquela paisagem.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Explora\u00e7\u00e3o e registro sensorial<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Quando chegou o momento do planejamento se transformar em a\u00e7\u00e3o, foi iniciada uma s\u00e9rie de passeios pelo entorno do Vera, durante os quais o grupo de crian\u00e7as, portando um mapa da regi\u00e3o, reconheceu e marcou, com desenhos e pinturas, \u00e1rvores importantes da Mata Atl\u00e2ntica presentes no quarteir\u00e3o da Escola: pau-brasil, pau-ferro, sibipiruna, quaresmeira, ararib\u00e1, ip\u00ea-amarelo, jabuticabeira, pitangueira e arauc\u00e1ria. As crian\u00e7as foram convidadas a usarem todos os seus sentidos: tocar os troncos, cheirar as folhas, perceber os sons e observar as cores e as texturas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"780\" height=\"621\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4659\" style=\"width:100%\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem3.jpg 780w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem3-300x239.jpg 300w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem3-768x611.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 780px) 100vw, 780px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>O mapa elaborado pela turma incluiu os desenhos das \u00e1rvores presentes na regi\u00e3o<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Para documentar e expressar as descobertas, j\u00e1 em sala, foram utilizadas diversas linguagens, como desenhos de observa\u00e7\u00e3o e pinturas com aquarela, que se tornaram registros sens\u00edveis desse processo de aproxima\u00e7\u00e3o. Essa explora\u00e7\u00e3o cont\u00ednua e atenta foi fundamental para que as crian\u00e7as constru\u00edssem um conhecimento afetivo com a natureza.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi poss\u00edvel, ao longo do semestre, ver o ciclo de algumas plantas, como a jabuticabeira. \u201cNos encantamos com sua transforma\u00e7\u00e3o ao longo dos meses, observamos a forma\u00e7\u00e3o das flores, que cobrem os troncos e, aos poucos, v\u00e3o dando lugar \u00e0s frutas verdes, depois, avermelhadas e, por \u00faltimo, pretas. Acompanhar esse ciclo de perto nos possibilitou pensar sobre essas transforma\u00e7\u00f5es e sobre a passagem do tempo, comparando algumas \u00e1rvores, fazendo rela\u00e7\u00f5es e criando hip\u00f3teses&#8221;, contam os educadores em relato coletivo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"653\" height=\"871\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem4-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4660\" style=\"width:100%\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem4-1.jpg 653w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem4-1-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 653px) 100vw, 653px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>A pintura aquarela foi a t\u00e9cnica escolhida para as crian\u00e7as registrarem suas descobertas bot\u00e2nicas<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Conhecendo comunidades ind\u00edgenas na cidade<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dessa explora\u00e7\u00e3o <em>in loco<\/em>, os professores apresentaram conhecimentos produzidos por povos ind\u00edgenas, com o objetivo de proporcionar \u00e0s crian\u00e7as contato com formas mais harm\u00f4nicas de habitar nosso planeta, uma vez que eles t\u00eam uma rela\u00e7\u00e3o milenar com a Mata Atl\u00e2ntica, bem como saberes ancestrais sobre alimenta\u00e7\u00e3o e cultivo sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>As crian\u00e7as assistiram ao filme <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=BFzv0UhHcS0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Pajerama<\/em><\/a>, que narra a hist\u00f3ria de um ind\u00edgena que passeia pela floresta enquanto ela se transforma em uma grande cidade. A anima\u00e7\u00e3o gerou uma conversa sobre a transforma\u00e7\u00e3o da paisagem e o desaparecimento das matas. Ao serem questionadas sobre onde estava a floresta na cidade e o que tinha acontecido, as crian\u00e7as levantaram algumas hip\u00f3teses.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Marina V., \u201ca floresta virou uma cidade\u201d. O racioc\u00ednio foi complementado por Cec\u00edlia V., que observou: \u201cAlgumas \u00e1rvores viraram pr\u00e9dios. Eles ficaram muito tristes porque a floresta toda virou cidade no final. Eu sabia que era floresta porque meu pai nasceu antes da minha m\u00e3e e de mim e disse que tinha uma floresta\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Dante T., depois de tamb\u00e9m falar que as florestas viraram cidade, convidou: \u201cEnt\u00e3o vamos plantar mais Mata Atl\u00e2ntica na cidade!\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Os educadores tamb\u00e9m exibiram alguns v\u00eddeos para que as crian\u00e7as conhecessem duas lideran\u00e7as ind\u00edgenas que vivem em terras Guarani Mby\u00e1 na cidade de S\u00e3o Paulo: Tamiku\u00e3 Txihi e Jer\u00e1 Poty Mirim, que t\u00eam se dedicado a reflorestar a cidade a partir de suas terras. Na sequ\u00eancia, perguntaram \u00e0 turma por que \u00e9 importante plantar mais florestas. As respostas foram precisas: Cec\u00edlia M. disse que era \u201cpra nascer mais bichos\u201d, enquanto Marina V. afirmou que era \u201cpra ter mais \u00e1rvores\u201d e Helena L. disse que era para ter mais \u201crios\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"672\" height=\"896\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem5.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4661\" style=\"width:100%\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem5.jpg 672w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Imagem5-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 672px) 100vw, 672px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Durante as caminhadas pela vizinhan\u00e7a, as crian\u00e7as registraram o que viam, em desenhos de observa\u00e7\u00e3o<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>As \u00e1rvores pelo olhar das crian\u00e7as<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O \u00e1pice do projeto foi a transforma\u00e7\u00e3o da observa\u00e7\u00e3o em narrativa, quando as crian\u00e7as come\u00e7aram a dar voz \u00e0s suas descobertas. O conhecimento constru\u00eddo coletivamente sobre cada \u00e1rvore materializou-se em textos repletos de afeto, que foram compilados em um documento junto com as pinturas feitas pelas crian\u00e7as (<em>ver o documento a <\/em><em>seguir<\/em>).<\/p>\n\n\n<a href=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/documento-do-mapa-Mata-Atlantica.pdf\" class=\"pdfemb-viewer\" style=\"\" data-width=\"max\" data-height=\"max\" data-toolbar=\"bottom\" data-toolbar-fixed=\"off\">documento-do-mapa-Mata-Atlantica<\/a>\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>\u201cConhecer as \u00e1rvores, as caracter\u00edsticas delas (cor, forma, ciclos) fez com que as crian\u00e7as se aproximassem delas como sujeitos, de forma respeitosa, curiosa e cuidadosa. Ao longo do projeto fomos percebendo um olhar mais atento e apurado para outras \u00e1rvores, outros ciclos e sua import\u00e2ncia. Pudemos pensar com as crian\u00e7as o quanto somos tamb\u00e9m natureza\u201d, comentam os professores.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>O envolvimento das fam\u00edlias<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Ao atribu\u00edrem nome, forma e hist\u00f3ria a cada \u00e1rvore, as crian\u00e7as teceram uma teia de significados que deu vida \u00e0 floresta. Esse sentimento de conex\u00e3o logo se espalhou para al\u00e9m dos muros da escola, envolvendo as fam\u00edlias. Os pais e respons\u00e1veis tamb\u00e9m receberam o mapa com a localiza\u00e7\u00e3o das \u00e1rvores e um QR code com o cat\u00e1logo produzido pelas crian\u00e7as sobre cada uma das \u00e1rvores, e a comunidade passeou pelos arredores reconhecendo as plantas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"778\" height=\"583\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Imagem1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4981\" style=\"width:100%\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Imagem1.jpg 778w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Imagem1-300x225.jpg 300w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Imagem1-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 778px) 100vw, 778px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>O mapa elaborado pelo grupo serviu como recurso para as crian\u00e7as se lembrarem das aprendizagens e as compartilharem com as fam\u00edlias<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, durante todo o projeto, os professores enviavam partes do trabalho \u00e0s fam\u00edlias, e as crian\u00e7as tamb\u00e9m compartilhavam, por desenhos ou oralmente, o que observavam em casa, passeios e viagens, conectando a experi\u00eancia de sala ao dia a dia. \u201cAs fam\u00edlias, ao final do projeto, disseram o quanto as crian\u00e7as agora saem pela cidade procurando as \u00e1rvores que conhecem, diferenciando-as\u201d, contam os educadores.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<style>\n.para-saber-mais{\nborder:2px solid #cd4213;\npadding: 20px;\n}<\/style>\n<div class=\"para-saber-mais\">\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Para saber mais<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-01466ec7ece982b9897de0f0e1f2ff38\"><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/ea\/a\/z86xt6ksbQbZfnzvFNnYwZH\/?lang=pt\"><strong>ARTIGO <\/strong><\/a><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/ea\/a\/z86xt6ksbQbZfnzvFNnYwZH\/?lang=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u201cMas de que te serve saber bot\u00e2nica?<\/a>\u201d<a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/ea\/a\/z86xt6ksbQbZfnzvFNnYwZH\/?lang=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">, de Antonio Salatino e Marcos Buckeridge<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-f4a99aece444beb9b1811754bc48e0ab\"><a href=\"http:\/\/youtube.com\/watch?v=BFzv0UhHcS0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>V\u00cdDEO <\/strong>Curta-metragem <em>Pajerama<\/em>, do Instituto Socioambiental<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-11f2fcc570045f96a18c8272c66d625b\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/reel\/DJZ7242hket\/?igsh=MWt0ZDFhMWNkNWN0NA%3D%3D\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>V\u00cdDEO <\/strong>Jer\u00e1 Guarani apresenta a aldeia Tenond\u00e9 Por\u00e3<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-084564036d684d62569ecefa2f9dec52\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=CKELWdzGr_g\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>V\u00cdDEO <\/strong>Programa <em>Convida<\/em>, do Instituto Moreira Salles: \u201cTamiku\u00e3 Txihi<\/a>\u201d<\/p>\n\n\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\"><strong>PROJETO ONDE EST\u00c1 A MATA ATL\u00c2NTICA?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:16px\">PROFESSORES <strong>Sofia Alves e Samuel Oliveira<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:16px\">AUXILIAR DE GRUPO <strong>Simone Nunes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:16px\">ATELIERISTA <strong>Luz Marina Espindola<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:16px\">ORIENTADORA <strong>Silvia Macul<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:16px\">COORDENADORA <strong>Fabiana Meirelles<\/strong><\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","tags":[54,17],"edicao":[75],"class_list":["post-4617","capitulos","type-capitulos","status-publish","hentry","tag-g1-ao-g4","tag-praticas-pedagogicas","edicao-edicao-9"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4617","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos"}],"about":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/types\/capitulos"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4617"}],"version-history":[{"count":16,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4617\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4982,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4617\/revisions\/4982"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4617"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4617"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=4617"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}