{"id":4413,"date":"2025-09-26T16:58:35","date_gmt":"2025-09-26T19:58:35","guid":{"rendered":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/?post_type=capitulos&#038;p=4413"},"modified":"2025-10-01T10:54:44","modified_gmt":"2025-10-01T13:54:44","slug":"no-yoga-e-na-capoeira-uma-reflexao-sobre-movimento-e-cultura","status":"publish","type":"capitulos","link":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/capitulos\/no-yoga-e-na-capoeira-uma-reflexao-sobre-movimento-e-cultura\/","title":{"rendered":"No yoga e na capoeira, uma reflex\u00e3o sobre movimento e cultura"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Perguntas levantadas pelas crian\u00e7as serviram como base para um processo que envolveu experimenta\u00e7\u00e3o corporal e reflex\u00e3o sobre essas duas pr\u00e1ticas<\/h3>\n\n\n\n<p><em>Reportagem: Nairim Bernado<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"283\" height=\"377\" data-id=\"4414\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4414\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem1.png 283w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem1-225x300.png 225w\" sizes=\"(max-width: 283px) 100vw, 283px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"286\" height=\"381\" data-id=\"4415\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4415\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem2.png 286w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem2-225x300.png 225w\" sizes=\"(max-width: 286px) 100vw, 286px\" \/><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\">Durante as pr\u00e1ticas, as crian\u00e7as puderam experienciar posturas de yoga kem\u00e9tico, de origem no continente africano.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cCarol, o yoga foi veio da \u00cdndia?\u201d. Ao ouvir essa pergunta, a professora respondeu que existem muitas d\u00favidas sobre onde exatamente surgiu a pr\u00e1tica e que muitas pessoas acreditam que os primeiros praticantes eram, na verdade, africanos.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa e outras perguntas acompanharam as pr\u00e1ticas de duas modalidades, yoga, liderada pela professora Caroline Ros\u00e9, e capoeira, liderada pelo professor Bruno Soares. Nas duas modalidades, os educadores propuseram atividades pr\u00e1ticas e l\u00fadicas que, al\u00e9m de desenvolver as habilidades f\u00edsico-motoras das crian\u00e7as, tamb\u00e9m abordaram como os corpos se expressam de acordo com a sociedade em que est\u00e3o inseridos.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas pr\u00e1ticas de yoga, antes de ouvir falar sobre o yoga africano, as crian\u00e7as do n\u00edvel 1, do G5 ao 2\u00ba ano, estavam conhecendo, experienciando e praticando posturas de yoga indiano (o mais conhecido e comumente praticado no Brasil e em muitos pa\u00edses do mundo). Em algumas aulas, Carol levou um conjunto de cartas que mostram figuras das posturas e seus nomes em portugu\u00eas e em s\u00e2nscrito (l\u00edngua da \u00cdndia Antiga). Com base no interesse demonstrado pelos alunos, a professora come\u00e7ou a apresentar outras&nbsp; informa\u00e7\u00f5es sobre a cultura indiana, como geografia, filosofia e religi\u00e3o. As crian\u00e7as perceberam que as posturas que elas vivenciavam com o corpo eram inspiradas na cultura da \u00cdndia.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando ficaram sabendo que n\u00e3o h\u00e1 consenso sobre a origem do yoga, as crian\u00e7as ficaram curiosas. Diante disso, a professora embarcou com elas em algumas pesquisas. \u201cUsamos principalmente o livro <em>Introdu\u00e7\u00e3o ao yoga kem\u00e9tica<\/em> porque h\u00e1 pouqu\u00edssimos conte\u00fados sobre o yoga africano. No livro, observamos a parte te\u00f3rica, algumas informa\u00e7\u00f5es culturais e hist\u00f3ricas e imagens das posturas\u201d, conta a professora.<\/p>\n\n\n\n<p>O yoga africano ou kem\u00e9tico \u00e9 uma pr\u00e1tica desenvolvida com base em posturas encontradas em murais, papiros e templos do Antigo Egito, regi\u00e3o que era conhecida como Kemet. Ele foi sistematizado nos anos 1970 por estudiosos afro-americanos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando come\u00e7amos a vivenciar o yoga africano, vimos que os fara\u00f3s, os hier\u00f3glifos, as pir\u00e2mides, os deuses e a natureza inspiraram as posturas. A cultura, assim como no yoga tradicional indiano, se corporifica e podemos, portanto, tamb\u00e9m aprender atrav\u00e9s do corpo\u201d, explica Carol.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"177\" height=\"314\" data-id=\"4416\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4416\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem3.png 177w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem3-169x300.png 169w\" sizes=\"(max-width: 177px) 100vw, 177px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"229\" height=\"305\" data-id=\"4418\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem4.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4418\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem4.png 229w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem4-225x300.png 225w\" sizes=\"(max-width: 229px) 100vw, 229px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"189\" height=\"336\" data-id=\"4417\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem5.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4417\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem5.png 189w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem5-169x300.png 169w\" sizes=\"(max-width: 189px) 100vw, 189px\" \/><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\">Compreendendo a rela\u00e7\u00e3o entre cultura e corpo, as crian\u00e7as pensaram como poderiam fazer posturas de yoga inspiradas em alimentos tipicamente brasileiros, como o p\u00e3o de queijo, o bicho-pregui\u00e7a e o cacau.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Mergulhadas na compreens\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o das posturas de yoga com a cultura de cada pa\u00eds, surgiu uma nova pergunta: \u201cE se o yoga tivesse sido criado no Brasil?\u201d. Diante dessa provoca\u00e7\u00e3o, as crian\u00e7as foram convidadas a citar e listar elementos caracter\u00edsticos da cultura brasileira, para ent\u00e3o explorar maneiras de represent\u00e1-los com o pr\u00f3prio corpo. Surgiram, assim, as posturas do p\u00e3o do queijo, do futebol, do brigadeiro, do cacau, do samba, entre outras.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAo saber que muitos yogas s\u00e3o poss\u00edveis e que n\u00e3o existe um modelo \u00fanico, correto e original, o yoga passa tamb\u00e9m a ser entendido como campo de cria\u00e7\u00e3o, onde cada corpo comp\u00f5e a sua est\u00e9tica e a sua po\u00e9tica, permitindo que o corpo se expresse em diferentes gestos e diferentes tempos\u201d, finaliza a professora.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Capoeira como elemento da motricidade brasileira<\/strong><strong><\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Uma outra pr\u00e1tica tamb\u00e9m come\u00e7ou com uma pergunta: \u201cVoc\u00ea sabe o que \u00e9 capoeira?\u201d. Com base nela, o professor Bruno Soares guiou um grupo de crian\u00e7as curiosas de 4 a 11 anos de idade por um percurso investigativo pelos diversos elementos que comp\u00f5em a capoeira.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A capoeira pode ser compreendida como um fen\u00f4meno da cultura corporal, um legado do povo preto, que valoriza a identidade cultural afro-brasileira e contribui de forma significativa para a constru\u00e7\u00e3o subjetiva das crian\u00e7as&#8221;, afirma o professor.<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio, ele enfrentou certa resist\u00eancia dos meninos mais velhos, que tinham a ideia de que a pr\u00e1tica do movimento estaria ligada somente ao futebol. Com o tempo, a curiosidade e os elementos apresentados conseguiram envolver a todos, dos menores aos maiores. As crian\u00e7as participaram de jogos e brincadeiras africanas e afrobrasileiras, viram imagens de capoeiristas de diferentes estados do Brasil e entenderam as influ\u00eancias africanas no esporte.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A capoeira convocou o corpo brincante a vivenciar e repertoriar os jogos e brincadeiras desse universo, em um contexto permeado pela musicalidade e pela historicidade. Essa experi\u00eancia possibilitou ao grupo refletir sobre os fundamentos e saberes ancestrais da capoeira, ampliando o olhar para o valor da interdepend\u00eancia, conceito civilizat\u00f3rio difundido na filosofia Ubuntu, que tamb\u00e9m est\u00e1 presente na circularidade comunit\u00e1ria da capoeira&#8221;, diz Bruno.<\/p>\n\n\n\n<p>O foco do trabalho foi tamb\u00e9m desconstruir uma vis\u00e3o rom\u00e2ntica que apresenta a capoeira apenas como dan\u00e7a, mostrando outros elementos que a aproximam do grupo das lutas, al\u00e9m de como ela se desenvolveu ao longo tempo \u2014 explorando os &#8220;floreios da capoeira contempor\u00e2nea&#8221; \u2014 e aspectos r\u00edtmicos e musicais dessa pr\u00e1tica. &#8220;A intencionalidade foi aproximar as crian\u00e7as dessa manifesta\u00e7\u00e3o cultural e esportiva, que surge como luta de resist\u00eancia, ao mesmo tempo que as educamos para as rela\u00e7\u00f5es \u00e9tnico-raciais por meio da intera\u00e7\u00e3o com o corpo em movimento&#8221;, diz o professor.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"659\" height=\"494\" data-id=\"4419\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem6-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4419\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem6-1.jpg 659w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem6-1-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 659px) 100vw, 659px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"659\" height=\"494\" data-id=\"4420\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem7-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4420\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem7-1.jpg 659w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem7-1-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 659px) 100vw, 659px\" \/><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\">A viv\u00eancia da capoeira, com base em brincadeiras, tamb\u00e9m contribuiu para uma reflex\u00e3o sobre as tradi\u00e7\u00f5es corporais da di\u00e1spora africana que chegou ao Brasil.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da via hist\u00f3rica e motora, as crian\u00e7as tamb\u00e9m puderam se envolver com a capoeira atrav\u00e9s da sua musicalidade. Em roda, todos puderam produzir som com o corpo, inclusive batendo palmas, e tiveram contato com o berimbau e o pandeiro, al\u00e9m de cantar cantigas, vivendo experi\u00eancias que mostram que a m\u00fasica tamb\u00e9m \u00e9 um elemento central dessa cultura. Nos encontros, enquanto um grupo produzia movimentos, outro estava no cantinho da musicaliza\u00e7\u00e3o, e as crian\u00e7as menores frequentemente recebiam ajuda das mais velhas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, o professor destaca o que considera mais importante nessa oficina: \u201cUm projeto de motricidade se torna esvaziado quando se limita apenas \u00e0s compet\u00eancias motoras. Este \u00e9 especial, porque \u00e9 a capoeira que d\u00e1 o tom, e nela encontro tudo o que preciso: m\u00fasica, literatura, hist\u00f3ria e autoconhecimento. Trabalhamos o corpo em sua integralidade, sem perder de vista as reflex\u00f5es sobre ra\u00e7a e protagonismo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"461\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/ZUM-ZUM-fotos-vera-integral-3-1024x461.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4506\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/ZUM-ZUM-fotos-vera-integral-3-1024x461.jpg 1024w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/ZUM-ZUM-fotos-vera-integral-3-300x135.jpg 300w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/ZUM-ZUM-fotos-vera-integral-3-768x346.jpg 768w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/ZUM-ZUM-fotos-vera-integral-3-1536x691.jpg 1536w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/ZUM-ZUM-fotos-vera-integral-3.jpg 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Para saber mais<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Livro |<strong> Da cultura do corpo<\/strong>, de Jocimar Daolio.<\/p>\n\n\n\n<p>Livro | <strong>Introdu\u00e7\u00e3o ao yoga kem\u00e9tica<\/strong>,de Hernani Francisco da Silva e Dayse Gomis (UICLAP).<\/p>\n\n\n\n<p>Document\u00e1rio | <strong>Mestre Bimba, a capoeira iluminada<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Livro | <strong>Capoeira: um instrumento psicomotor para a cidadania<\/strong>, Gladson de Oliveira Silva e Vinicius Heine.<\/p>\n\n\n\n<p>Livro | <strong>Poemas para ler com palmas<\/strong>, Edimilson de Almeida Pereira e Mauricio Negro.<\/p>\n\n\n\n<p>Livro | <strong>Pastinha: o menino que virou mestre de capoeira<\/strong>, de Jos\u00e9 de Jesus Barreto e Cau Gomez.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","tags":[53,17],"edicao":[68],"class_list":["post-4413","capitulos","type-capitulos","status-publish","hentry","tag-integral","tag-praticas-pedagogicas","edicao-edicao-8"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4413","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos"}],"about":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/types\/capitulos"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4413"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4413\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4507,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4413\/revisions\/4507"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4413"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4413"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=4413"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}