{"id":4371,"date":"2025-09-25T15:03:10","date_gmt":"2025-09-25T18:03:10","guid":{"rendered":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/?post_type=capitulos&#038;p=4371"},"modified":"2025-10-30T14:17:45","modified_gmt":"2025-10-30T17:17:45","slug":"nas-brincadeiras-um-encontro-entre-culturas","status":"publish","type":"capitulos","link":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/capitulos\/nas-brincadeiras-um-encontro-entre-culturas\/","title":{"rendered":"Nas brincadeiras, um encontro entre culturas"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O G2 ampliou seu repert\u00f3rio de brincadeiras e seus conhecimentos sobre outras formas de inf\u00e2ncia<\/h4>\n\n\n\n<p><em>Reportagem: Gabriely Ara\u00fajo<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1379\" height=\"1034\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem7-edited.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4373\" style=\"width:100%\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem7-edited.jpg 1379w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem7-edited-300x225.jpg 300w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem7-edited-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem7-edited-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1379px) 100vw, 1379px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Um v\u00eddeo em que crian\u00e7as Guarani apresentam uma brincadeira \u00e0 turma deu in\u00edcio a uma investiga\u00e7\u00e3o sobre brincadeiras ind\u00edgenas.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A cena se desenrolou de forma espont\u00e2nea. As professoras do G2 Patr\u00edcia Rafante e Tatiana Bittencourt exibiam um <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=2lgbGD3oIRM\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">v\u00eddeo<\/a> que mostrava crian\u00e7as guaranis da terra \u00ednd\u00edgena Rio das Cobras, no Paran\u00e1, se divertindo com a brincadeira \u201cA On\u00e7a e a Galinha\u201d. Enquanto uma menina ind\u00edgena narrava as regras em sua l\u00edngua, a inquieta\u00e7\u00e3o surgiu entre os pequenos: \u201cEu n\u00e3o estou entendendo nada!\u201d, exclamou Cec\u00edlia. \u201cEu tamb\u00e9m n\u00e3o!\u201d, concordou a colega Lu\u00edsa. A surpresa maior veio com a pergunta de Benjamin: \u201cPor que ela est\u00e1 falando ingl\u00eas?\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A l\u00edngua inglesa \u00e9 a principal refer\u00eancia de um idioma diferente do portugu\u00eas que as crian\u00e7as possuem: est\u00e1 presente na escola, nos meios de comunica\u00e7\u00e3o e at\u00e9 na casa de muitas fam\u00edlias. Por isso, \u00e9 natural que elas imaginem que toda l\u00edngua que n\u00e3o entendem \u00e9 o ingl\u00eas. \u201cA pergunta do Benjamin ecoou entre todos\u201d, relatam as educadoras. Para a equipe, que inclu\u00eda a orientadora Luciana Cabral e a atelierista Danielle Silva, o momento ressaltou a import\u00e2ncia de apresentar uma variedade maior de culturas \u00e0 turma. \u201cPercebemos como, desde muito pequenos, eles j\u00e1 est\u00e3o capturados por um pensamento colonial\u201d, explicou Luciana.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho que seguiu teve como principal quest\u00e3o \u201cCom quem aprendemos a brincar?\u201d. A resposta, que viria ao longo dos meses, revelaria n\u00e3o apenas as influ\u00eancias familiares, mas tamb\u00e9m a oportunidade de ampliar o repert\u00f3rio cultural das crian\u00e7as com uma intencionalidade clara: valorizar os saberes ind\u00edgenas sob um aspecto decolonial.<\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a>O planejamento do trabalho come\u00e7ou com uma investiga\u00e7\u00e3o, pelas professoras, sobre o tema. Esse processo incluiu um vasto acervo de livros e refer\u00eancias como o curr\u00edculo da cidade de S\u00e3o Paulo e o conjunto de materiais &#8220;Territ\u00f3rio do Brincar&#8221;. Antes desse processo, ainda, as educadoras tamb\u00e9m estiveram no Museu das Culturas Ind\u00edgenas, em S\u00e3o Paulo, que contribuiu para o processo investigativo e de aprofundamento sobre seus saberes ind\u00edgenas. <strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A constru\u00e7\u00e3o do trabalho tamb\u00e9m demandou uma reflex\u00e3o intensa sobre como o material seria trazido \u00e0 sala de aula. \u201cPrecisamos cuidar muito para n\u00e3o fixarmos nos estere\u00f3tipos&#8221;, ressalta a orientadora Luciana. Por isso, a escolha de materiais foi bastante cuidadosa.<\/p>\n\n\n\n<p>Para dar in\u00edcio ao projeto, as professoras apresentaram o v\u00eddeo sobre <em>A On\u00e7a e a Galinha<\/em>, que mostrava as crian\u00e7as Guarani brincando no p\u00e1tio de uma escola, ao inv\u00e9s de imagens que refor\u00e7assem a ideia de que os povos ind\u00edgenas s\u00f3 vivem isolados. &#8220;Isso, por si s\u00f3, j\u00e1 traz para eles uma ideia de que s\u00e3o crian\u00e7as em uma escola, com uma rotina que tem pontos em comum com a deles&#8221;, conta Patr\u00edcia.<\/p>\n\n\n\n<p>Para refor\u00e7ar a diversidade, a equipe tamb\u00e9m usou um v\u00eddeo elaborado pela equipe do Vera durante uma visita \u00e0 Terra Ind\u00edgena do Jaragu\u00e1, em S\u00e3o Paulo (leia <a href=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/capitulos\/replantar-e-renascer-com-a-floresta\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui<\/a> a reportagem sobre esse projeto e veja o v\u00eddeo ao final) como mais uma refer\u00eancia de modo de viver ind\u00edgenas. &#8220;N\u00e3o tem um jeito s\u00f3 de ser ind\u00edgena no Brasil. Tem muitos que vivem hoje na cidade, usam celular e n\u00e3o s\u00e3o menos ind\u00edgenas por conta disso&#8221;, completa Patr\u00edcia.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Experimentando novas brincadeiras<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A escolha de \u201cA On\u00e7a e a Galinha\u201d como brincadeira deu in\u00edcio ao projeto e surgiu de uma observa\u00e7\u00e3o cuidadosa das educadoras. Elas notavam que os alunos j\u00e1 gostavam de imitar animais nos momentos livres. \u201cInterpretamos que, nessas brincadeiras, o que est\u00e1 em jogo \u00e9 o transformar-se, trazer a for\u00e7a do animal para o corpo\u201d, registraram.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"439\" height=\"585\" data-id=\"4375\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem10.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4375\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem10.jpg 439w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem10-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 439px) 100vw, 439px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"445\" height=\"593\" data-id=\"4376\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem11.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4376\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem11.jpg 445w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem11-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 445px) 100vw, 445px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"443\" height=\"591\" data-id=\"4374\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem12.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4374\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem12.jpg 443w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem12-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 443px) 100vw, 443px\" \/><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\">Ao experimentar a brincadeira ind\u00edgena, as crian\u00e7as puseram em pr\u00e1tica algo que j\u00e1 gostavam: transformar-se em animais.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a exibi\u00e7\u00e3o do v\u00eddeo, a turma foi convidada a vivenciar a brincadeira. O que come\u00e7ou como uma imita\u00e7\u00e3o logo se tornou um campo f\u00e9rtil para negocia\u00e7\u00f5es. Muitas crian\u00e7as, inicialmente, queriam ser a galinha para n\u00e3o serem pegas pela on\u00e7a. Foi preciso conversar sobre as regras, sobre a import\u00e2ncia de cada papel e sobre o fluxo do jogo. Em uma dessas rodas de conversa, a professora lan\u00e7ou a quest\u00e3o: &#8220;E se tiver s\u00f3 galinha? E n\u00e3o tiver nenhum pintinho?&#8221;. A l\u00f3gica infantil respondeu prontamente: \u201cA on\u00e7a n\u00e3o vai comer ningu\u00e9m! A on\u00e7a vai ficar com fome!\u201d, disse a aluna Maria Luiza. \u201cA brincadeira acaba!\u201d, concluiu a estudante Lu\u00edza. As regras, ent\u00e3o, foram elaboradas coletivamente e registradas em um cartaz.<\/p>\n\n\n\n<p>Para aprofundar a quest\u00e3o da l\u00edngua, a equipe convidou a professora Daniela Morita, conhecedora da cultura Guarani, para conversar com as crian\u00e7as. Ela explicou mais sobre a l\u00edngua falada no v\u00eddeo e ensinou algumas palavras. O vocabul\u00e1rio foi rapidamente incorporado pelo grupo. A on\u00e7a passou a ser chamada de <em>tivi<\/em>, e as crian\u00e7as j\u00e1 pediam: \u201cEu quero o livro da <em>tivi<\/em>!\u201d, como fez Cec\u00edlia. As novas palavras e a brincadeira passaram a fazer parte do cotidiano, expressas em desenhos do &#8220;arranh\u00e3o da on\u00e7a&#8221;, como o de Andr\u00e9, ou na &#8220;escrita&#8221; das regras, como fez Antonia.<a><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"461\" height=\"399\" data-id=\"4379\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem13.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4379\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem13.png 461w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem13-300x260.png 300w\" sizes=\"(max-width: 461px) 100vw, 461px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"446\" height=\"594\" data-id=\"4378\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem14.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4378\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem14.jpg 446w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem14-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 446px) 100vw, 446px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"443\" height=\"591\" data-id=\"4380\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem15.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4380\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem15.jpg 443w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Imagem15-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 443px) 100vw, 443px\" \/><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\">As crian\u00e7as fizeram registros sobre as experi\u00eancias. Da esquerda para a direita: uma <em>tivi <\/em>(on\u00e7a)<em>, urucunh\u00e3 <\/em>(galinha)e as regras do jogo.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto mostrou que a valoriza\u00e7\u00e3o da diversidade cultural pode e deve come\u00e7ar cedo. As crian\u00e7as levaram a brincadeira e as novas palavras para suas fam\u00edlias, que foram fundamentais para a constru\u00e7\u00e3o das aulas e das atividades, ampliando o alcance da investiga\u00e7\u00e3o. Ao final do ciclo, que ocorreu de agosto a novembro, foi realizada uma exposi\u00e7\u00e3o com desenhos e imagens das crian\u00e7as, al\u00e9m de \u00e1udios e v\u00eddeos.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipe concluiu que a experi\u00eancia se alinhava ao conceito de interculturalidade. \u201cA brincadeira da on\u00e7a e da galinha conecta nossa intencionalidade de viver as brincadeiras ind\u00edgenas com a possibilidade de viver encontros entre culturas\u201d, afirmaram as professoras em seu registro final. Elas citam o escritor e fil\u00f3sofo Daniel Munduruku para refor\u00e7ar a import\u00e2ncia do brincar na forma\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a ind\u00edgena: \u201cO jogo coletivo educa o corpo, as hist\u00f3rias educam o esp\u00edrito. Esse tipo de atividade faz com que as crian\u00e7as aprendam a ser um sujeito individual em uma comunidade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s de uma brincadeira, assim, as crian\u00e7as do G2 n\u00e3o apenas se movimentaram e se divertiram, mas tamb\u00e9m aprenderam sobre a diversidade de l\u00ednguas e costumes. Descobriram que, apesar das diferen\u00e7as, havia muito em comum: o desejo de se transformar, a alegria do jogo coletivo e a curiosidade sobre o outro.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Para saber mais<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>V\u00eddeo | Brincadeira <strong>A On\u00e7a e a Galinha<\/strong>, publicado no Portal Lunetas.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/lunetas.com.br\/o-que-podemos-aprender-com-a-infancia-das-criancas-indigenas\/\">Reportagem | <strong>O que podemos aprender com a inf\u00e2ncia das crian\u00e7as ind\u00edgenas?<\/strong><\/a>, publicada no Portal Lunetas.<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00eddeo | S\u00e9rie <strong>Territ\u00f3rio do brincar<\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","tags":[54,17],"edicao":[68],"class_list":["post-4371","capitulos","type-capitulos","status-publish","hentry","tag-g1-ao-g4","tag-praticas-pedagogicas","edicao-edicao-8"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4371","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos"}],"about":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/types\/capitulos"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4371"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4371\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4578,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4371\/revisions\/4578"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4371"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4371"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=4371"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}