{"id":4138,"date":"2025-03-10T14:52:41","date_gmt":"2025-03-10T17:52:41","guid":{"rendered":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/?post_type=capitulos&#038;p=4138"},"modified":"2025-03-21T10:19:13","modified_gmt":"2025-03-21T13:19:13","slug":"replantar-e-renascer-com-a-floresta","status":"publish","type":"capitulos","link":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/capitulos\/replantar-e-renascer-com-a-floresta\/","title":{"rendered":"Replantar e renascer com a floresta"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Gabriely Ara\u00fajo e Wellington Soares<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"565\" height=\"379\" data-id=\"4139\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-4139\"\/><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\"><em>Ao apoiar o reflorestamento da Terra Ind\u00edgena do Jaragu\u00e1 , as crian\u00e7as vivenciaram na pr\u00e1tica o que haviam refletido no projeto Coexist\u00eancias.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Enquanto plantava uma muda de \u00e1rvore na aldeia Tekoa Itakupe, na Terra Ind\u00edgena do Jaragu\u00e1, a pequena Lia relembrou tudo o que havia discutido com seus colegas e professoras no G4 ao longo do ano. Com a muda firme no ch\u00e3o, Lia resumiu a experi\u00eancia que a turma havia vivido at\u00e9 ali: \u201cA gente plantou a nossa vida\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A conclus\u00e3o n\u00e3o poderia deixar as professoras Daniela Morita e Fernanda Vignola, que escutavam atentamente, mais felizes. Em 2024, elas conduziram a turma em um processo investigativo sobre a natureza e a rela\u00e7\u00e3o entre os elementos presentes na floresta. O projeto Coexist\u00eancias tinha como objetivo que as crian\u00e7as conhecessem cosmovis\u00f5es de diferentes povos ind\u00edgenas e entendessem um ponto comum a todas elas: para os povos origin\u00e1rios, na natureza todos s\u00e3o seres, \u00e1rvores, insetos, humanos, animais, rio, montanha, sol\u2026 e coexistem de maneira interligada na floresta.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho come\u00e7ou no primeiro semestre com uma longa investiga\u00e7\u00e3o sobre as \u00e1rvores. No trabalho, as jabuticabeiras que vivem no quintal da escola ganharam protagonismo. Nela, as crian\u00e7as puderam observar a rela\u00e7\u00e3o da \u00e1rvore com os p\u00e1ssaros. \u201cNa jabuticabeira viviam dois passarinhos: Ant\u00f4nio e Malui. Eles gostavam de voar de m\u00e3os dadas. Essa \u00e1rvore era especial, pois sabia fazer nascer jabuticabas. Quando os passarinhos comiam, jogavam as sementes no ch\u00e3o. As sementes morriam e nasciam flores!\u201d, conta Teo.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas rela\u00e7\u00f5es foram o ponto de partida para o segundo semestre. As professoras lan\u00e7aram m\u00e3o de textos liter\u00e1rios e informativos, com destaque para materiais escritos por cientistas e escritores ind\u00edgenas, al\u00e9m de v\u00eddeos e obras de arte para que as crian\u00e7as pudessem ter contato com diferentes explica\u00e7\u00f5es sobre as rela\u00e7\u00f5es estabelecidas entre todos os seres vivos presentes em uma floresta. As crian\u00e7as ampliaram suas investiga\u00e7\u00f5es usando diferentes linguagens: desenhos, colagens e modelagem.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"565\" height=\"426\" data-id=\"4140\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-1.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-4140\"\/><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\"><em>A proje\u00e7\u00e3o do v\u00eddeo <\/em>O Sol e a Flor<em> serviu como base para as interven\u00e7\u00f5es da turma. Ap\u00f3s cada experi\u00eancia, novos elementos eram inseridos pela turma nessa colagem digital.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Um dos destaques foram as intera\u00e7\u00f5es com o v\u00eddeo <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_jVxOs70hpQ\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O Sol e a Flor<\/a>. Ap\u00f3s assistirem e debaterem suas percep\u00e7\u00f5es, as crian\u00e7as foram convidadas a intervir sobre as anima\u00e7\u00f5es. Para isso, as professoras o projetaram na parede da sala de aula e convidaram a turma a fazer desenhos e colagens para inserir elementos em algumas das cenas. \u201cRepetimos essa atividade algumas vezes ao longo do projeto e, sempre que volt\u00e1vamos a essa proposta, as crian\u00e7as adicionavam novos elementos. Ap\u00f3s a nossa visita \u00e0 aldeia, por exemplo, a Tamiku\u00e3 Txihi, lideran\u00e7a que nos recebeu, passou a ser desenhada e inserida pelas crian\u00e7as nessa cena\u201d, conta Daniela.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Das queimadas \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o da floresta<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Em agosto de 2024, enquanto o projeto acontecia, o c\u00e9u da cidade de S\u00e3o Paulo foi tomado por fuligem vinda de queimadas no interior do estado. \u201cAs crian\u00e7as traziam esse epis\u00f3dio: falavam do cheiro, da dificuldade de respirar, da ard\u00eancia nos olhos&#8221;, relembra a atelierista Dani Dini, que tamb\u00e9m participou do projeto.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"473\" height=\"352\" data-id=\"4141\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-2.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-4141\"\/><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\"><em>As queimadas que cobriram o c\u00e9u paulistano de fuligem foram o ponto de partida para as crian\u00e7as criarem uma floresta, modelando a paisagem em argila, material ancestral.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>As percep\u00e7\u00f5es das crian\u00e7as sobre o impacto das queimadas serviram de discuss\u00e3o para que refletissem sobre a destrui\u00e7\u00e3o da floresta e sobre sua restaura\u00e7\u00e3o. No ateli\u00ea, as educadoras trouxeram um graveto e provocaram: \u201cEssa floresta foi toda queimada e s\u00f3 restou essa \u00e1rvore. Como come\u00e7a uma floresta? O que ela precisa?\u201d, perguntou Dani.<\/p>\n\n\n\n<p>A resposta foi constru\u00edda no ateli\u00ea, ao longo do projeto, com as crian\u00e7as modelando uma nova floresta em argila. O uso do material tamb\u00e9m rendeu boas conversas: \u201cA gente aproximou os estudantes de comunidades tradicionais que vivem do barro, de comunidades tradicionais ind\u00edgenas tamb\u00e9m, que vivem do barro e o modelam. Tamb\u00e9m discutimos como \u00e9 a extra\u00e7\u00e3o desse material, que \u00e9 feito na floresta, e mostramos como ele chega at\u00e9 a gente\u201d, relembra a atelierista.<\/p>\n\n\n\n<p>Para botar a floresta de p\u00e9, entraram em jogo as rela\u00e7\u00f5es entre todos os elementos desse espa\u00e7o. As \u00e1rvores, \u00e9 claro, estavam presentes, mas muitos outros personagens tamb\u00e9m apareceram: \u201cUma borboleta foi em cima da \u00e1rvore queimada. Depois, veio uma abelha. Precisa ter abelhas para a floresta nascer de novo, pois ela<\/p>\n\n\n\n<p>vai fazer mel para todo mundo. O coelho ficou junto da \u00e1rvore\u201d, explicou Micaela&nbsp;Teperman e Souza sobre sua contribui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"683\" height=\"1024\" data-id=\"4153\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/foto-para-zum-zum-EI-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4153\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/foto-para-zum-zum-EI-683x1024.jpg 683w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/foto-para-zum-zum-EI-200x300.jpg 200w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/foto-para-zum-zum-EI-768x1152.jpg 768w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/foto-para-zum-zum-EI-1024x1536.jpg 1024w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/foto-para-zum-zum-EI-1365x2048.jpg 1365w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/foto-para-zum-zum-EI-scaled.jpg 1707w\" sizes=\"(max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Reflorestar o Jaragu\u00e1<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Um dos momentos mais marcantes para a turma foi a ida \u00e0 aldeia Tekoa Itakupe, localizada na Terra Ind\u00edgena do Jaragu\u00e1. J\u00e1 h\u00e1 alguns anos, a professora Daniela Morita est\u00e1 envolvida em atividades de reflorestamento ali, organizadas por essas comunidades e suas lideran\u00e7as ind\u00edgenas, como a artista Tamiku\u00e3 Txihi. \u201cA visita foi intencional, pois ach\u00e1vamos importante que as crian\u00e7as tivessem uma viv\u00eancia real. L\u00e1, pudemos plantar mudas de \u00e1rvores nativas ao lado da Tamiku\u00e3\u201d, diz Silvia Macul, orientadora da turma. Antes de irem \u00e0 aldeia, a turma na escola providenciou 12 mudas de ju\u00e7aras e arauc\u00e1rias, que foram cuidadas at\u00e9 o dia da ida ao Jaragu\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Visita \u00e0 aldeia Tekoa Itakupe\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/1059830355?h=2c799a5c6f&amp;dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"800\" height=\"450\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Na Tekoa Itakupe, os pequenos conversaram com Tamiku\u00e3 sobre o processo de reflorestamento e sobre a t\u00e9cnica adequada para plantar as mudas (e puderam ajudar a lideran\u00e7a no plantio). As crian\u00e7as participaram tamb\u00e9m de outras atividades:&nbsp; visitaram a Toka da On\u00e7a Oka, um espa\u00e7o cultural de mem\u00f3ria viva e recupera\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica, e tamb\u00e9m conheceram esculturas feitas por Tamiku\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p>A lideran\u00e7a ind\u00edgena e artista tamb\u00e9m contou como o projeto de reflorestamento do local tem trazido nova vida ao espa\u00e7o. \u201cH\u00e1 uma fam\u00edlia de pregui\u00e7as que voltou a viver por l\u00e1, macacos, e aves&#8221;, lembra Daniela Morita. Tamiku\u00e3 tamb\u00e9m disse que sonhou que os animais da floresta pediam \u00e1gua a ela, o que a levou a cavar lagos no espa\u00e7o, para guiar a \u00e1gua at\u00e9 a \u00e1rea reflorestada.<\/p>\n\n\n\n<p>De volta \u00e0 escola, o projeto continuou reverberando: a turma revisitou as fotos da visita, escreveu legendas coletivamente para as imagens e uma carta de agradecimento a Tamiku\u00e3. Al\u00e9m desses momentos, as mem\u00f3rias da visita se fizeram presentes nas brincadeiras, nas atividades com m\u00faltiplas linguagens e nas conversas em sala de aula.<\/p>\n\n\n\n<p>Para as educadoras respons\u00e1veis pela turma, o objetivo inicial do projeto foi cumprido e, como sempre, as crian\u00e7as as surpreenderam com sua sensibilidade e a naturalidade com que compreenderam a vis\u00e3o que os povos ind\u00edgenas possuem sobre sua rela\u00e7\u00e3o com a natureza. Um sinal que d\u00e1 esperan\u00e7a para o futuro: \u201cBrincar de reflorestar \u00e9 uma necessidade para as futuras gera\u00e7\u00f5es\u201d, afirmam as professoras.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Para saber mais<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Site<\/strong> da artista ind\u00edgena Tamiku\u00e3 Txihi: <a href=\"https:\/\/tamikuatxihi.com.br\/\">https:\/\/tamikuatxihi.com.br\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Instagram <\/strong>da Reserva Ind\u00edgena Tekoa Itakupe: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/tekoa_itakupe\/\">https:\/\/www.instagram.com\/tekoa_itakupe\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Canal no Youtube<\/strong> do Selvagem, ciclo de estudos sobre a vida: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@selvagemciclo8\">https:\/\/www.youtube.com\/@selvagemciclo8<\/a><\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","tags":[54,17],"edicao":[66],"class_list":["post-4138","capitulos","type-capitulos","status-publish","hentry","tag-g1-ao-g4","tag-praticas-pedagogicas","edicao-edicao-7"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4138","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos"}],"about":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/types\/capitulos"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4138"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4138\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4267,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/4138\/revisions\/4267"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4138"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4138"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=4138"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}