{"id":3781,"date":"2024-08-26T11:10:37","date_gmt":"2024-08-26T14:10:37","guid":{"rendered":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/?post_type=capitulos&#038;p=3781"},"modified":"2024-10-09T10:25:43","modified_gmt":"2024-10-09T13:25:43","slug":"o-ijexa-como-experiencia-no-g2","status":"publish","type":"capitulos","link":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/capitulos\/o-ijexa-como-experiencia-no-g2\/","title":{"rendered":"O ijex\u00e1 como experi\u00eancia no G2"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Por Gabriely Ara\u00fajo<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><a href=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/ei.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"545\" height=\"307\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/ei.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3782\" style=\"aspect-ratio:16\/9;object-fit:cover;width:100%\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/ei.jpg 545w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/ei-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 545px) 100vw, 545px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Nas aprecia\u00e7\u00f5es dos v\u00eddeos as crian\u00e7as viveram o ritmo e se expressaram pelo corpo, pelo toque, pela dan\u00e7a e cria\u00e7\u00e3o gestual.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O pequeno Pedro, aluno do G2, se conectou profundamente com o ijex\u00e1, ritmo africano explorado pelo grupo. Em alguns momentos, se aproximou dos instrumentos e da musicalidade. Em outros, decidiu colocar o corpo na dan\u00e7a, buscando viver as experi\u00eancias que observou nos v\u00eddeos assistidos pela turma. \u201cPedro estava imerso na experi\u00eancia, n\u00e3o s\u00f3 tentando reproduzir movimentos, como atento \u00e0s vestimentas dos artistas, al\u00e9m de criar seus pr\u00f3prios gestos e dan\u00e7a.\u200b Pep\u00ea move seu corpinho pra l\u00e1 e pra c\u00e1, bate seus p\u00e9s, como quem \u00e9 embalado pela mar\u00e9\u201d, conta a professora Juliana Guimar\u00e3es. Ao assistir o v\u00eddeo da pr\u00f3pria apresenta\u00e7\u00e3o, ele bradou: \u201cIjex\u00e1. O show!\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho com o ijex\u00e1, proposto pelas professoras Juliana Guimar\u00e3es e Ana Paula Penteriche, teve como inten\u00e7\u00e3o a aproxima\u00e7\u00e3o do ritmo, cultura e dan\u00e7a, al\u00e9m de trazer refer\u00eancias est\u00e9ticas negras. A abordagem do multiculturalismo presente na Educa\u00e7\u00e3o Infantil do Vera considera a diversidade e, assim, se contrap\u00f5e \u00e0s desigualdades (\u00e9tnicas, raciais, et\u00e1rias, de g\u00eanero, econ\u00f4micas, geogr\u00e1ficas, religiosas) que atravessam a vida dos pequenos em sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>Dezesseis crian\u00e7as de 2 e 3 anos iniciaram a investiga\u00e7\u00e3o do ijex\u00e1. Nascido em Ilej\u00e1, na Nig\u00e9ria, o ritmo atravessou o oceano com os povos iorub\u00e1s e chegou \u00e0 Bahia. E essa manifesta\u00e7\u00e3o se mant\u00e9m viva pela resist\u00eancia, como em grupos de afox\u00e9, no culto das divindades africanas e nas pr\u00e1ticas religiosas do candombl\u00e9 e umbanda, tornando-se parte importante da cultura afro-brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p>Para aproximar as linguagens da m\u00fasica, movimento e express\u00e3o aos alunos, as professoras montaram um acervo audiovisual do ijex\u00e1. O primeiro contato foi com o artista pl\u00e1stico, cantor, poeta, diretor de dan\u00e7a e teatro, Benjamin Abras, com a m\u00fasica: \u201cTempero tempo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao apresentar Abras, em v\u00eddeos, \u201cas crian\u00e7as ficaram euf\u00f3ricas com o ritmo e quiseram achar semelhan\u00e7as com o bailarino. Quiseram tirar os sapatos e blusas para ficarem parecidos com o dan\u00e7arino. Com a perman\u00eancia dos contextos, as crian\u00e7as foram se sentindo \u00edntimas de Benjamin Abras, havia familiaridade, encontro, afeto e desejo de dan\u00e7ar junto\u201d, relata a professora Juliana.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/ei2.jpg\"><img decoding=\"async\" width=\"565\" height=\"318\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/ei2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3783\" style=\"aspect-ratio:16\/9;object-fit:cover;width:100%\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/ei2.jpg 565w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/ei2-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 565px) 100vw, 565px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Com o apoio de mapas, os pequenos aprenderam sobre as origens do ijex\u00e1, no continente africano, e sua presen\u00e7a no Brasil.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em outra etapa, as professoras mostraram as localidades nas quais se manifesta o ijex\u00e1. Por meio de hist\u00f3rias, elas discutiram com as crian\u00e7as sobre a travessia do ritmo pelo mar com os povos iorub\u00e1s. Com o mapa-m\u00fandi como pano de fundo, a hist\u00f3ria foi contada ao G2, com cada uma das crian\u00e7as se aproximando, do seu jeito, da experi\u00eancia que j\u00e1 carregava tantas camadas. \u201cEu j\u00e1 fui pra Bahia tamb\u00e9m\u201d, manifestou um dos estudantes.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Entrando no ritmo<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>As professoras dividiram a turma em subgrupos, os quais se aproximaram mais do ijex\u00e1 por meio de recursos audiovisuais, instrumentos e tecidos. Dessa maneira, as crian\u00e7as compartilhavam seus encantos e percep\u00e7\u00f5es ao que viam, ouviam e sentiam.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEle t\u00e1 pelado\u201d, disse Francisco.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEle faz um corpo de aranha\u201d, interpretou Vicente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu quero tirar a camiseta pra ficar igual a ele\u201d, enunciou Julieta.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Ele \u00e9 um dan\u00e7arino preto. Ele dan\u00e7a ijex\u00e1 e faz corpo de aranha pra baixo&#8221;, observou Pippa.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitos deles entraram para a dan\u00e7a e, na tentativa de imitar Benjamin, fizeram seu pr\u00f3prio ijex\u00e1. O aluno Pedro, por exemplo, em alguns momentos optou por tocar um instrumento, noutros por dan\u00e7ar e, mesmo quando escolhia dan\u00e7ar, experimentava-se de jeitos diferentes. Quando dan\u00e7ou uma m\u00fasica do Duo Joanina, pegou um tecido brilhante e colocou sobre sua cabe\u00e7a, pois a dan\u00e7arina, Beatriz Cristina, usava turbante no v\u00eddeo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-video\"><video height=\"480\" style=\"aspect-ratio: 848 \/ 480;\" width=\"848\" controls src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Pedro.mp4\"><\/video><\/figure>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a aluna Fillipa deixou evidente a facilidade e fluidez que tem pela linguagem da dan\u00e7a. \u201cEu tamb\u00e9m dancei Duo Joanina, eu estava de saia porque ela dan\u00e7a de saia\u201d, contou a aluna. \u201cEla se atentou para todos os movimentos e gestos e reproduzia com a ginga que s\u00f3 Pippa carrega. P\u00e9s, pernas, quadris, bra\u00e7os, m\u00e3os, cabe\u00e7a, Filippa n\u00e3o desconecta as partes de seu corpo, ao dan\u00e7ar, sua gestualidade \u00e9 linda, fluida e complexa, de uma beleza indescrit\u00edvel. Na sua dan\u00e7a, ritmo, melodia, movimento e todos se encaixam lindamente. Escolhia com autonomia o ijex\u00e1 que mais gostava, levantava a cabe\u00e7a e flutuava pelo espa\u00e7o, como que absorvida\u201d, relembram as professoras, encantadas com a entrega de todos \u00e0s atividades propostas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-video\"><video height=\"670\" style=\"aspect-ratio: 610 \/ 670;\" width=\"610\" controls src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Filippa.mp4\"><\/video><\/figure>\n\n\n\n<p>E assim, por meio de viv\u00eancias com um ritmo origin\u00e1rio da \u00c1frica, suas provoca\u00e7\u00f5es, convites, gestualidades, dan\u00e7as, instrumentos e est\u00e9ticas, as crian\u00e7as, familiares e professoras do grupo 2 se aproximaram de outras culturas, experimentando a cultura afro-brasileira.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column has-background is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"background-color:#ffffff52;flex-basis:33.34%\">\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Benjamin Abras<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><a href=\"http:\/\/veracruz.ink\/BenjaminAbrasIjex%C3%A1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dan\u00e7a Ijex\u00e1<\/a><\/h5>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><a href=\"http:\/\/veracruz.ink\/BenjaminAbrasIjex%C3%A1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"784\" height=\"784\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/veracruz.ink_BenjaminAbrasIjexa.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3788\" 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target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Salve Ijex\u00e1<\/a><\/h5>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"784\" height=\"784\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/veracruz.ink_DuoJoanina-SalveIjexa.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3806\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/veracruz.ink_DuoJoanina-SalveIjexa.png 784w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/veracruz.ink_DuoJoanina-SalveIjexa-300x300.png 300w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/veracruz.ink_DuoJoanina-SalveIjexa-150x150.png 150w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/veracruz.ink_DuoJoanina-SalveIjexa-768x768.png 768w\" sizes=\"(max-width: 784px) 100vw, 784px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column has-background is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"background-color:#ffffff52;flex-basis:33.34%\">\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Playlist<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><a href=\"https:\/\/veracruz.ink\/Ijex\u00e1Playlist\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Playlist Ijex\u00e1 G2<\/a><\/h5>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/veracruz.ink\/Ijex\u00e1Playlist\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"720\" height=\"720\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/veracruz.ink_IjexaPlaylist.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3810\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/veracruz.ink_IjexaPlaylist.png 720w, 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\/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","tags":[54,17],"edicao":[63],"class_list":["post-3781","capitulos","type-capitulos","status-publish","hentry","tag-g1-ao-g4","tag-praticas-pedagogicas","edicao-edicao-6"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/3781","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos"}],"about":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/types\/capitulos"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3781"}],"version-history":[{"count":51,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/3781\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3973,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/3781\/revisions\/3973"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3781"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3781"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=3781"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}