{"id":3642,"date":"2024-03-11T14:50:12","date_gmt":"2024-03-11T17:50:12","guid":{"rendered":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/?post_type=capitulos&#038;p=3642"},"modified":"2024-03-22T18:54:58","modified_gmt":"2024-03-22T21:54:58","slug":"literatura-musica-e-brincadeiras-trocas-culturais-entre-brasil-e-mocambique","status":"publish","type":"capitulos","link":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/capitulos\/literatura-musica-e-brincadeiras-trocas-culturais-entre-brasil-e-mocambique\/","title":{"rendered":"Literatura, m\u00fasica e brincadeiras: trocas culturais entre Brasil e Mo\u00e7ambique"},"content":{"rendered":"\n<p><em><strong>Por Nairim Bernardo<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho com m\u00fasicas e brincadeiras \u00e9 uma estrat\u00e9gia importante para o processo de alfabetiza\u00e7\u00e3o. Na Base Nacional Comum Curricular, documento normativo que define as aprendizagens essenciais para todos os alunos da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica, o trabalho com corpo, movimento e m\u00fasica aparece indicado para a Educa\u00e7\u00e3o Infantil e para o Ensino Fundamental em diversos trechos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Escola Vera Cruz, as professoras Luiza Gaia e Patr\u00edcia Linhares conseguiram articular m\u00fasicas, brincadeiras, literatura e pesquisa cultural em um interessante projeto com os alunos do 1\u00ba ano. O que come\u00e7ou com o compartilhamento de muitas can\u00e7\u00f5es e brincadeiras de roda que constituem o repert\u00f3rio afetivo da turma passou por um interc\u00e2mbio cultural com \u201ccorrespondentes\u201d em Mo\u00e7ambique e por um projeto de pesquisa sobre a diversidade da l\u00edngua portuguesa nos pa\u00edses que a falam.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs crian\u00e7as ficaram, especialmente, mobilizadas com esse percurso coletivo. A cada m\u00fasica cantada e brincadeira dan\u00e7ada, eram vis\u00edveis a anima\u00e7\u00e3o e o encanto. Elas passaram a cantarolar em muitos momentos de nosso cotidiano, como no recreio, na hora do lanche ou no \u00f4nibus, durante nossos passeios\u201d, comentam as professoras Luiza e Patr\u00edcia e a orientadora Juliana Parreira sobre a cria\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>Nosso Cancioneiro<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 medida que as m\u00fasicas foram se tornando familiares ao grupo, iniciou-se um trabalho a respeito do funcionamento do sistema de escrita da l\u00edngua portuguesa para que as crian\u00e7as compreendessem como escrever e ler um texto. Desse modo, elas puderam aprender na pr\u00e1tica que a hist\u00f3ria social e cultural se articulam com um importante aspecto de sua vida escolar, a alfabetiza\u00e7\u00e3o. \u201cQuando o repert\u00f3rio do grupo foi tecido, abrimos nossos olhos e cora\u00e7\u00f5es para ensinar e aprender brincadeiras com outras pessoas que comp\u00f5em nossa comunidade brincante. Com a Nayara, que atua na secretaria da escola, aprendemos brincadeiras de barbante e com Ana C\u00e9lia, professora de outro grupo de 1\u00ba ano, nos encantamos com as can\u00e7\u00f5es e brincadeiras maranhenses\u201d, relembram as professoras. \u201cA possibilidade de aprender com as pessoas mais velhas e de registrar por escrito a sabedoria oral, foram quest\u00f5es abordadas com as crian\u00e7as.\u201d<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Uma conversa al\u00e9m-mar<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O trabalho com as brincadeiras, que j\u00e1 estava se desenvolvendo bem, ficou ainda mais rico com a possibilidade da realiza\u00e7\u00e3o de uma troca cultural com a professora do Vera Cruz Sheila Perina, que foi a Mo\u00e7ambique para a pesquisa de seu doutorado. De Maputo, ela enviou um v\u00eddeo que mostrava crian\u00e7as dan\u00e7ando passos bastante parecidos com os apresentados em um livro que os alunos do Vera Cruz j\u00e1 conheciam, <em>De passinho em passinho<\/em>, do autor Ot\u00e1vio J\u00fanior.<\/p>\n\n\n\n<p>O interesse das crian\u00e7as nessa \u201ccoincid\u00eancia\u201d motivou a continuidade do interc\u00e2mbio cultural. Os alunos come\u00e7aram a fazer trocas de e-mail com a professora Sheila (depois de chegarem juntos \u00e0 conclus\u00e3o de que uma carta demoraria muito para atravessar o oceano). A partir da\u00ed, foram apresentados os aspectos tecnol\u00f3gicos que envolvem o envio de um e-mail e a estrutura formal desse tipo de texto, que \u00e9 direcionado a uma pessoa espec\u00edfica. Elas ditavam o que deveria ser escrito e a professora ajudava como escriba.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo do per\u00edodo de troca de e-mail, algumas quest\u00f5es permearam a conversa: Como ser\u00e1 essa cidade? Ser\u00e1 que tem escolas? Ser\u00e1 que tem florestas? Ser\u00e1 que tem carro? Que l\u00edngua eles falam? As crian\u00e7as levantaram hip\u00f3teses, aprenderam com Sheila e em pesquisas e por fim registraram em um desenho o que aprenderam sobre a Maputo atual.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao retornar para o Brasil, Sheila visitou a turma e trouxe consigo sete cartas enviadas pelas crian\u00e7as mo\u00e7ambicanas. Depois de l\u00ea-las, as crian\u00e7as se dividiram em sete grupos para respond\u00ea-las, o que encerrou esse momento de troca cultural e possibilitou que, novamente, eles empregassem suas habilidades de leitura e escrita em uma situa\u00e7\u00e3o real da vida cotidiana.<\/p>\n\n\n\n<p>Surgiu ent\u00e3o a quest\u00e3o \u201cNo mundo, quem mais fala portugu\u00eas?\u201d. A partir da\u00ed, uma nova pesquisa foi realizada em mapas e textos informativos, na sala de aula e via li\u00e7\u00e3o de casa. As crian\u00e7as tamb\u00e9m leram os contos de um livro que re\u00fane contos de pa\u00edses africanos que falam portugu\u00eas:<em> A \u00c1frica recontada para crian\u00e7as<\/em>, de Avani Souza Silva.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Literatura: um trabalho aprofundado<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<figure data-wp-context=\"{&quot;imageId&quot;:&quot;69f48ce5abb47&quot;}\" data-wp-interactive=\"core\/image\" data-wp-key=\"69f48ce5abb47\" class=\"wp-block-image size-full is-resized wp-lightbox-container\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"602\" height=\"803\" data-wp-class--hide=\"state.isContentHidden\" data-wp-class--show=\"state.isContentVisible\" data-wp-init=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on--click=\"actions.showLightbox\" data-wp-on--load=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on-window--resize=\"callbacks.setButtonStyles\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/pp-g5-2o-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3643\" style=\"aspect-ratio:16\/9;object-fit:cover;width:6100%;height:auto\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/pp-g5-2o-1.jpg 602w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/pp-g5-2o-1-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 602px) 100vw, 602px\" \/><button\n\t\t\tclass=\"lightbox-trigger\"\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\taria-haspopup=\"dialog\"\n\t\t\taria-label=\"Ampliar\"\n\t\t\tdata-wp-init=\"callbacks.initTriggerButton\"\n\t\t\tdata-wp-on--click=\"actions.showLightbox\"\n\t\t\tdata-wp-style--right=\"state.imageButtonRight\"\n\t\t\tdata-wp-style--top=\"state.imageButtonTop\"\n\t\t>\n\t\t\t<svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"12\" height=\"12\" fill=\"none\" viewBox=\"0 0 12 12\">\n\t\t\t\t<path fill=\"#fff\" d=\"M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z\" \/>\n\t\t\t<\/svg>\n\t\t<\/button><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Gogo Chiamela\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/861457334?h=34b245b403&amp;dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"800\" height=\"450\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write\"><\/iframe>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\">No v\u00eddeo acima, as crian\u00e7as brincam de <em>Gogo Chiamela<\/em>, uma brincadeira mo\u00e7ambicana na l\u00edngua changana que a professora Patr\u00edcia ensinou \u00e0 turma. <em>Gogo Chiamela<\/em> significa &#8220;olhar pela janela&#8221;.&nbsp;<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Nossa colet\u00e2nea de brincadeiras e can\u00e7\u00f5es<em> foi elaborada pela turma, com base nas suas descobertas. As crian\u00e7as deram um livro de presente a Ot\u00e1vio J\u00fanior, para compartilhar com ele que elas tinham escrito um livro tamb\u00e9m.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio do segundo semestre, os alunos compartilharam seus livros favoritos, conversaram sobre eles e conversaram sobre suas percep\u00e7\u00f5es e sentimentos a respeito das diversas narrativas lidas coletivamente. Juntos, criaram a <strong>Biblioteca Circulante<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cConversas sobre bons crit\u00e9rios para a sele\u00e7\u00e3o de livros ajudaram nossos pequenos leitores a fazerem suas escolhas, toda sexta-feira, e contarem para os colegas sobre leituras queridas, fazendo indica\u00e7\u00f5es orais ao resto da classe. Dessa forma, as crian\u00e7as foram se apropriando dos procedimentos de uma comunidade leitora, como conversar sobre os livros lidos e ouvir recomenda\u00e7\u00f5es dos outros\u201d, dizem as professoras Luiza e Pati.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de ler e ouvir tantas hist\u00f3rias, o 1\u00ba ano decidiu publicar seu pr\u00f3prio livro. Para compartilhar toda a riqueza da aprendizagem dos saberes ancestrais, geralmente de tradi\u00e7\u00e3o oral, reuniram textos, melodias e gestos coletados em diferentes momentos de sua pesquisa. Nesse processo, desenvolveram habilidades como: sele\u00e7\u00e3o de textos, escrita e revis\u00e3o, ilustra\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias, escuta e negocia\u00e7\u00e3o entre os pares. Assim surgiu a <strong><em>Nossa<\/em><\/strong> <strong><em>colet\u00e2nea de brincadeiras e can\u00e7\u00f5es<\/em><\/strong>, que foi lan\u00e7ado na Fliverinha, festa liter\u00e1ria com a presen\u00e7a das fam\u00edlias (veja v\u00eddeo sobre a Fliverinha abaixo).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Fliverinha 2023\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/870451835?h=2955be0705&amp;dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"800\" height=\"450\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cCompartilhar e recomendar leituras, com propriedade, s\u00e3o focos importantes nesta etapa da escolaridade das crian\u00e7as. Entendemos que falar sobre o que se l\u00ea e escutar os pontos de vista de outros leitores s\u00e3o fundamentais para a forma\u00e7\u00e3o de leitores liter\u00e1rios cr\u00edticos\u201d, explicam as professoras.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias negras<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O escritor brasileiro Ot\u00e1vio J\u00fanior, que havia sido apresentado aos alunos no primeiro semestre, voltou para que a turma se aprofundasse em sua obra e em sua biografia. Al\u00e9m de ler outros t\u00edtulos do autor, tamb\u00e9m foi poss\u00edvel conversar pessoalmente com ele durante sua participa\u00e7\u00e3o na Fliverinha.<\/p>\n\n\n\n<p>Pedagogicamente, o intuito foi que o aprofundamento no estilo e biografia de um autor fomentasse e ampliasse o repert\u00f3rio de crit\u00e9rios das crian\u00e7as para escolher, comentar e recomendar as leituras, o que de fato pode ser observado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante tamb\u00e9m salientar a relev\u00e2ncia de apresentar refer\u00eancias diversas para as crian\u00e7as. Isso deve ser feito n\u00e3o s\u00f3 por meio de textos e imagens que apresentem pessoas diversas em g\u00eanero, ra\u00e7a e tipo f\u00edsico, mas tamb\u00e9m ao mostrar que essas pessoas fazem parte do grupo de quem produz conhecimento \u2013 como professores, inventores, escritores, artistas etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra refer\u00eancia negra apresentada foi Nelson Mandela, ex-presidente da \u00c1frica do Sul cujos 27 anos de pris\u00e3o pela luta pela igualdade chamou muita aten\u00e7\u00e3o de todos. O 1\u00ba ano leu o livro <em>Meus contos africanos<\/em>, colet\u00e2nea organizada por Mandela, o livro <em>Mandela<\/em>, da Editora Mostarda e uma reportagem sobre sua trajet\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Dos muitos questionamentos trazidos pelo grupo, considerando intencionalidades curriculares, as professoras escolheram dois para serem aprofundados em pesquisas: Existem pessoas brancas na \u00c1frica? Nelson Mandela lutou contra o apartheid sozinho?<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPara avan\u00e7armos na compreens\u00e3o dessas quest\u00f5es, abordando aspectos da \u00e1rea de Ci\u00eancias Humanas, como a relev\u00e2ncia dessa personalidade para a hist\u00f3ria, contemplando o curr\u00edculo da \u00e1rea, fomos em busca de fontes e vest\u00edgios que pudessem elucidar essas d\u00favidas: textos de jornal e imagens da \u00e9poca, entrevistas, e outros livros sobre a biografia de Nelson Mandela\u201d, explicam as docentes. \u201cReconhecer que uma luta dessa magnitude s\u00f3 se sustentou e quebrou paradigmas por sua dimens\u00e3o coletiva foi algo bastante marcante para o grupo.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto realizado com o 1\u00ba ano mostrou como \u00e9 poss\u00edvel articular diferentes saberes e habilidades em um mesmo trabalho. Al\u00e9m disso, um dos principais aspectos observados foi o quanto as crian\u00e7as aprenderam ao estabelecer n\u00e3o apenas rela\u00e7\u00f5es de diferencia\u00e7\u00e3o entre o Brasil e outros pa\u00edses, mas principalmente rela\u00e7\u00f5es de proximidade e semelhan\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","tags":[55,17],"edicao":[60],"class_list":["post-3642","capitulos","type-capitulos","status-publish","hentry","tag-g5-ao-2o-ano","tag-praticas-pedagogicas","edicao-edicao-5"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/3642","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos"}],"about":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/types\/capitulos"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3642"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/3642\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3738,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/capitulos\/3642\/revisions\/3738"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3642"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3642"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/zumzum\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=3642"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}