https://site.veracruz.edu.br/instituto/revistaveras/index.php/veras/issue/feedRevista Veras2026-09-21T11:30:53-03:00Renata Bloisrevistaveras@veracruz.edu.brOpen Journal Systemshttps://site.veracruz.edu.br/instituto/revistaveras/index.php/veras/article/view/401Veras entrevista Catarina Carneiro Gonçalves: “O bullying é uma violência entre pares”2026-09-18T16:30:30-03:00Ricardo Pradorevistaveras@veracruz.edu.brCatarina Decome Pokerrevistaveras@veracruz.edu.br<p>A pedagoga Catarina Carneiro Gonçalves, professora da<br>Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), vem estudando<br>o bullying desde a década passada, tendo como foco de seu<br>mestrado e doutorado a percepção desse problema entre os<br>docentes.</p>2026-09-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Verashttps://site.veracruz.edu.br/instituto/revistaveras/index.php/veras/article/view/402Os sentidos da violência e seus impactos para adolescentes do Ensino Médio público2026-09-18T16:33:02-03:00Pietra de Freitasrevistaveras@veracruz.edu.brRebecca Moura de Almeida Ferreira Carvalhorevistaveras@veracruz.edu.brVera Lucia Trevisan de Souzarevistaveras@veracruz.edu.br<p>A pesquisa investigou os sentidos da violência e seus<br>impactos para adolescentes do Ensino Médio público,<br>fundamentando-se na Psicologia Histórico-Cultural<br>de Vigotski. De natureza qualitativa, participativa e<br>caracterizada como pesquisa-intervenção-arte, foram<br>realizados cinco encontros com estudantes do 3o ano de<br>uma escola pública estadual do interior paulista, utilizando<br>episódios de animes, discussões reflexivas e produções<br>dos participantes. A análise, inspirada nos Núcleos de<br>Significação, revelou uma compreensão ambivalente dos<br>estudantes sobre a violência nas relações escolares; ora ela<br>aparece camuflada por vínculos afetivos, ora como agressão<br>física ou verbal. Também emergiram críticas à estrutura<br>educacional e à concepção meritocrática presentes nas<br>práticas escolares.</p>2026-09-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Verashttps://site.veracruz.edu.br/instituto/revistaveras/index.php/veras/article/view/403Ocupar, Resistir e Maternar - Uma Autoetnografia sobre Maternidade Tardia, Gênero e Pós-Graduação Stricto Sensu2026-09-18T16:36:35-03:00Carine Naldi Sawtschenko Victorinorevistaveras@veracruz.edu.brDiane Portugueisrevistaveras@veracruz.edu.br<p>O presente artigo analisa as tensões da maternidade tardia<br>na pós-graduação stricto sensu, sob a perspectiva de gênero,<br>durante a conclusão do doutorado. Diante do paradoxo,<br>indicado pela CAPES (2024), entre o aumento do ingresso<br>feminino e a persistência de desigualdades na progressão da<br>carreira, problematizam-se as tensões entre as demandas<br>de produtividade e os papéis de cuidado atribuídos às<br>mulheres. Pela autoetnografia, com escrita em primeira<br>pessoa, conecta-se a vivência singular às estruturas sociais.<br>Evidencia-se que a lógica produtivista da Academia exclui as<br>mulheres que vivenciam o “tempo do cuidado”. Conclui-se<br>que a permanência de mães na academia é um ato político<br>de resistência, que reivindica políticas capazes de integrar a<br>maternidade à produção do conhecimento.</p>2026-09-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Verashttps://site.veracruz.edu.br/instituto/revistaveras/index.php/veras/article/view/404Modos de enfrentamento, trabalho doméstico, sobrecarga e particularidades de mães trabalhadoras na pandemia2026-09-18T16:38:55-03:00Luciana Maria Caetano Betânia Alves Veiga Dell’Aglirevistaveras@veracruz.edu.brCintia Paloma Lopes Limarevistaveras@veracruz.edu.brJackeline Maria de Souzarevistaveras@veracruz.edu.brAna Vergínia Mangussi da Costa Fabianorevistaveras@veracruz.edu.brPedro Fernando da Silvarevistaveras@veracruz.edu.brMariana Inés Garbarinorevistaveras@veracruz.edu.brLívia Braga de Sá Costarevistaveras@veracruz.edu.br<p>Investigaram-se os modos de enfrentamento de mães<br>inseridas no mercado de trabalho durante a pandemia e as<br>correlações com as variáveis: dados sociodemográficos,<br>pandemia e sobrecarga de trabalho durante a pandemia.<br>Participaram 284 mães trabalhadoras brasileiras. Utilizou-se<br>um questionário elaborado pelos autores e a Escala de Modos<br>de Enfrentamento de Problemas. A pesquisa tem caráter<br>inferencial de análise quantitativa. O principal modo de<br>enfrentamento identificado foi o foco no problema, seguido<br>do suporte social e religioso. Grupos distintos recorreram a<br>diferentes modos de enfrentamento. Os resultados reforçam<br>a necessidade de políticas públicas e pesquisas voltadas para<br>a diminuição da sobrecarga do trabalho feminino e suporte<br>às mães trabalhadoras.</p>2026-09-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Verashttps://site.veracruz.edu.br/instituto/revistaveras/index.php/veras/article/view/405Projeto de Vida no Ensino Médio: perfil e necessidades formativas de professores da rede estadual paulista2026-09-18T16:43:57-03:00Itale Luciane Cericatorevistaveras@veracruz.edu.br<p>O estudo investiga o perfil formativo de professores que<br>lecionam Projeto de Vida no Ensino Médio paulista, dada<br>sua centralidade nas políticas educacionais recentes e suas<br>implicações para o desenvolvimento juvenil. Fundamenta-se<br>na psicologia histórico-cultural em articulação com autores<br>que discutem o tema em suas dimensões educacionais. A<br>pesquisa utilizou entrevistas e questionário. Os resultados<br>mostram que os docentes, em sua maioria concursados e<br>experientes, identificam-se com o trabalho, mas carecem<br>de formação específica para realizá-lo. Conclui-se pela<br>necessidade de fortalecer processos formativos contínuos e<br>situados na escola, capazes de promover o desenvolvimento<br>de professores e estudantes e consolidar o Projeto de Vida<br>como prática educativa integral e humanizadora.</p>2026-09-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Verashttps://site.veracruz.edu.br/instituto/revistaveras/index.php/veras/article/view/406“Sou um conjunto diverso”: corporalidade negra, infâncias e processos pedagógicos no Ensino Fundamental2026-09-18T16:45:21-03:00Rafaela Rosolem dos Santosrevistaveras@veracruz.edu.brFernanda Rossirevistaveras@veracruz.edu.br<p>Este artigo analisa as significações da corporalidade<br>produzidas por crianças do Ensino Fundamental, decorrentes<br>de um processo pedagógico centrado na corporalidade<br>negra. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, do tipo<br>intervenção pedagógica, realizada com 29 crianças do 4º<br>ano de uma escola municipal do interior paulista. Os dados<br>foram produzidos por meio de observação de campo e<br>rodas de conversa, sendo analisados à luz dos estudos da<br>corporalidade, do pensamento decolonial e da sociologia da<br>infância. Os resultados evidenciaram o reconhecimento da<br>corporalidade negra e da cultura de matriz africana como<br>expressão de identidade, pertencimento e valorização de si,<br>reafirmando a importância da Educação para as Relações<br>Étnico-Raciais desde os anos iniciais da escolarização.</p>2026-09-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Verashttps://site.veracruz.edu.br/instituto/revistaveras/index.php/veras/article/view/407Entre o imaginário e o simbólico: escolaridade e renda no Brasil segundo a PNAD contínua2026-09-18T16:49:36-03:00Cristiano Pedrosorevistaveras@veracruz.edu.brLarissa Pires Ribeirorevistaveras@veracruz.edu.br<p>Este estudo analisou a relação entre escolaridade e renda no<br>Brasil a partir dos microdados da PNAD Contínua (4o trimestre<br>de 2025), envolvendo 498.494 participantes. Trata-se de<br>pesquisa documental, quantitativa e interpretativa, com uso<br>de estatística descritiva, teste qui-quadrado e odds ratio.<br>Os resultados evidenciaram associação significativa entre<br>escolaridade e rendimento, com indivíduos com ensino<br>superior completo apresentando 10,4 vezes mais chances de<br>integrar as faixas de maior renda. Também foram observadas<br>desigualdades educacionais e econômicas entre grupos<br>raciais. Conclui-se que a escolaridade permanece fortemente<br>associada à mobilidade econômica no contexto brasileiro,<br>constituindo importante indicador das oportunidades sociais<br>e profissionais disponíveis.</p>2026-09-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Verashttps://site.veracruz.edu.br/instituto/revistaveras/index.php/veras/article/view/400Editorial2026-09-18T16:27:30-03:00Regina Scarparevistaveras@veracruz.edu.brRicardo Pradorevistaveras@veracruz.edu.brCatarina Decome Pokerrevistaveras@veracruz.edu.br2026-09-21T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Veras