Mundos diferentes

“Em tempos de abuso infantil, discurso da segurança e vigilância, quais os limites e espaços para o segredo, para o mundo próprio da brincadeira, do amigo imaginário, da fantasia e da bagunça, tão saudáveis às crianças? É possível equilibrar esse mundo próprio, íntimo, fantasioso, lúdico e bagunçado do universo infantil com uma segurança afetuosa, garantida por limites justos, vindos do mundo adulto?” A reflexão é de Rafaela de Andrade Deiab, aluna da pós-graduação Literatura para Crianças e Jovens, na resenha sobre o livro “O gatola da cartola”, de Dr. Seuss. A íntegra do trabalho pode ser lida na última edição da “Revista Veras”, periódico acadêmico do Instituto Vera Cruz que publica estudos no campo da educação, disponível aqui.