Um achado para a história da arte

17051239

Carlos Pires, professor de dois cursos de pós-graduação do Instituto Vera Cruz — “Alfabetização: Relações entre Ensino e Aprendizagem” e “Livros, Crianças e Jovens: Teoria, Mediação e Crítica” —, protagonizou recentemente um importante episódio relacionado à história da arte no Brasil. O pesquisador do Instituto de Estudos Brasileiros da USP (IEB) encontrou um caderno da artista plástica Anita Malfatti, dado como perdido.

 

Desaparecido há quase 30 anos, esse é o único diário pessoal da artista de que se tem notícia e foi encontrado por acaso em uma caixa no IEB, no início de fevereiro, no dia em que o Museu de Arte Moderna (MAM), no Ibirapuera, abria uma retrospectiva sobre Anita. No caderno de capa preta há estudos de perspectiva, aulas de alemão, esboços de obras e relatos pessoais da pintora brasileira.

 

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Carlos Pires afirmou que o diário “é um documento central para entender a formação do campo cultural nesse momento da história da arte no país, porque é escrito com bastante independência”.