Representatividade negra na literatura infantojuvenil

 

O que pensam escritores e ilustradores negros sobre representatividade negra na literatura infantojuvenil? Como o assunto tem sido tratado nas situações de mediação de leitura? Para debater essas questões, no dia 26 de setembro, o Instituto Vera Cruz, por meio de seu curso de pós-graduação Livros, Crianças e Jovens: Teoria, Mediação e Crítica, promoveu o bate-papo “Representatividades negras na literatura infantojuvenil”.

A frutífera roda de discussões foi integrada por quatro profissionais de expressiva atuação em suas áreas: o escritor, historiador, pedagogo e angoleiro Allan da Rosa, que tem em seu currículo a apresentação de programas de rádio em que destaca a literatura das diásporas africanas; Bel Santos Mayer, educadora social que assessora a Secretaria Municipal de Educação de Guarulhos para a política de promoção da igualdade racial na educação, dentre outras atividades; Heloisa Pires Lima, doutora em Antropologia Social, autora de livros infantojuvenis como Histórias da Preta e Quilombololando; e Marcelo D’Salete, autor de histórias em quadrinhos, ilustrador e professor, que tem em seu portfólio o livro de HQ Cumbe, sobre a resistência à escravidão no Brasil colonial.

 

 

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