{"id":1338,"date":"2024-04-01T11:29:00","date_gmt":"2024-04-01T14:29:00","guid":{"rendered":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/?post_type=resenha&#038;p=1338"},"modified":"2024-10-11T12:30:51","modified_gmt":"2024-10-11T15:30:51","slug":"fio-vermelho-que-se-expande-alem-livro","status":"publish","type":"resenha","link":"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/resenha\/fio-vermelho-que-se-expande-alem-livro\/","title":{"rendered":"Fio vermelho que se expande al\u00e9m-livro"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>\u201cAkai ito\u201d<\/strong>&nbsp;(\u8d64\u3044\u7cf8) \u00e9 uma antiga lenda de origem chinesa, segundo a qual ao nascer um fio vermelho invis\u00edvel amarra-se em nosso dedo mindinho (que representa o dedo do cora\u00e7\u00e3o). Esse fio nos une \u00e0s demais pessoas com as quais nos relacionaremos durante a vida. \u00c9 um elo que n\u00e3o se rompe. Algumas religi\u00f5es japonesas consideram esse fio vermelho \u201celo espiritual\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Na obra \u201cO Fio Vermelho de Mieko\u201d temos a dimens\u00e3o da extens\u00e3o desse fio que&nbsp; parte do oriente, Jap\u00e3o,&nbsp; rumo ao Brasil. A hist\u00f3ria retrata de forma leve e po\u00e9tica a trajet\u00f3ria da ceramista Mieko Ukeseki que parte da prov\u00edncia de Mie, Jap\u00e3o, para S\u00e3o Paulo. Um sonho: fazer cer\u00e2mica no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>O livro inicia-se com duas p\u00e1ginas em branco e um fio de l\u00e3 vermelho solto ao centro, remetendo \u00e0s cores da bandeira japonesa e ao espa\u00e7o vazio que permeia a cultura daquele pa\u00eds. \u00c0 partir da\u00ed o leitor \u00e9 conduzido pelo fio vermelho \u00e0s aventuras de Mieko atrav\u00e9s de ilustra\u00e7\u00f5es com cores vibrantes, personagens suspensos no ar, voos e pousos. O fio entrela\u00e7a-se a outros personagens, como o cachorro \u201cMenino\u201d e mesmo emaranhado perante o caos de uma vida completamente nova em um pa\u00eds distante, a serenidade de Mieko se apresenta silenciosa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"400\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/fio-vermelho-caraminhoca-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1339\" style=\"width:668px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/fio-vermelho-caraminhoca-2.jpg 800w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/fio-vermelho-caraminhoca-2-300x150.jpg 300w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/fio-vermelho-caraminhoca-2-768x384.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Instalada na cidade de Cunha (S\u00e3o Paulo), Mieko come\u00e7a a sua produ\u00e7\u00e3o e vai aos poucos adentrando as casas do Brasil com seus belos e delicados utens\u00edlios em cer\u00e2mica t\u00e3o valorosos na cultura japonesa. Promove, assim, a fus\u00e3o de duas culturas&nbsp; t\u00e3o diversas e t\u00e3o pr\u00f3ximas, j\u00e1 que o estado de S\u00e3o Paulo abriga o maior n\u00famero de imigrantes japoneses do mundo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"512\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/fio-vermelho-caraminhoca-1024x512.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1340\" style=\"width:649px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/fio-vermelho-caraminhoca-1024x512.jpg 1024w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/fio-vermelho-caraminhoca-300x150.jpg 300w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/fio-vermelho-caraminhoca-768x384.jpg 768w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/fio-vermelho-caraminhoca.jpg 1536w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Isabel Galvanese e Paulo Oto teceram na obra um fio vermelho que se expande al\u00e9m-livro e envolve o leitor na curiosidade de conhecer mais sobre a arte de Mieko Ukeseki.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:35% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img decoding=\"async\" width=\"528\" height=\"425\" src=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/fio-vermelho-caraminhoca-capa.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1341 size-full\" srcset=\"https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/fio-vermelho-caraminhoca-capa.jpg 528w, https:\/\/site.veracruz.edu.br\/blogdaposlcj\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/fio-vermelho-caraminhoca-capa-300x241.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 528px) 100vw, 528px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p>O Fio Vermelho de Mieko<br>Escrito por: Isabel Galvanese<br>Ilustrado por: Isabel Galvanese e Paulo Otero<br>Editora Caraminhoca<br>2023<br>64 p\u00e1ginas<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cAkai ito\u201d&nbsp;(\u8d64\u3044\u7cf8) \u00e9 uma antiga lenda de origem chinesa, segundo a qual ao nascer um fio vermelho invis\u00edvel amarra-se em nosso dedo mindinho (que representa o dedo do cora\u00e7\u00e3o). 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