{"id":733,"date":"2016-05-24T16:23:42","date_gmt":"2016-05-24T16:23:42","guid":{"rendered":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/?p=733"},"modified":"2016-05-30T20:17:15","modified_gmt":"2016-05-30T20:17:15","slug":"a-professora","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/2016\/05\/24\/a-professora\/","title":{"rendered":"A Professora"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\">Teo Pedroso Mattar<!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/1-5.png\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-734\" src=\"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/1-5-300x226.png\" alt=\"1\" width=\"300\" height=\"226\" srcset=\"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/1-5-300x226.png 300w, http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/1-5.png 448w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela se chama Maria Silvia Morais Mattar. Hoje ela tem 72 anos de idade e vive tranquila em um pr\u00e9dio no bairro da Vila Mariana, chamado edif\u00edcio Camapu\u00e3. Mora na cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>A Segunda Guerra Mundial aconteceu entre 1939 a 1945. Maria nasceu na capital de S\u00e3o Paulo, no final do ano de 1943.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa brasileira teve uma vida simples e boa durante seus 3 a 6 anos, brincava muito e tinha bastante amigos na rua, no bairro e na escola, onde brincava por per\u00edodos intermin\u00e1veis com seus colegas. As brincadeiras que gostava eram: roda, pular corda, pega-pega, esconde-esconde.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seu sonho era ser professora, porque sempre se concentrava nas aulas e tamb\u00e9m adorava a dedica\u00e7\u00e3o das suas mestras. Seu segundo sonho era ter muitos filhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Era a mais velha dos seus irm\u00e3os, perturbava e incomodava \u00e0 todos, escondendo seus brinquedos e tamb\u00e9m irritando-os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pai dela era o Idair e sua m\u00e3e era a Odete Seus quatro irm\u00e3os eram: Geraldo [falecido], Maria Helena, Maria da Gra\u00e7a e Caetano. Ela tamb\u00e9m se recorda das festinhas de anivers\u00e1rio e de carnaval. Iniciou as paqueras aos 14 anos de idade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m viajou por v\u00e1rios lugares e regi\u00f5es diferentes do Brasil. Uma viagem que se recorda foi ter ido no trem que apelidaram de Maria Fuma\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda jovem descobriu a voca\u00e7\u00e3o de professora e deu aulas antes de fazer o Magist\u00e9rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Decidiu ser professora porque achava lindo ensinar. Sempre ajudou seus alunos e os irm\u00e3os a decorar verbos e tabuadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seu pai Idair nasceu em Itapira, no interior de S\u00e3o Paulo. Veio estudar na capital e se hospedou numa pens\u00e3o que pertencia a fam\u00edlia de sua m\u00e3e. Foi a\u00ed que seus pais se conheceram, se apaixonaram e se casaram. Tiveram os cinco filhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela se casou com An\u00edsio Mattar e teve quatro filhos: Patr\u00edcia, Alexandre, Fernando e Renata. Em seguida vieram os quatro netos: Lucas, Diego,Teo e Tom\u00e9; e um bisneto Ravi . Hoje ela \u00e9 vi\u00fava e vive rodeada pelos filhos, genros e noras. Tamb\u00e9m gosta de se reunir sempre que poss\u00edvel com os irm\u00e3os, sobrinhos e amigos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma frase que expressa sua vontade: \u201cDesejo sempre ter sa\u00fade e espero que os mais novos percebam o quanto \u00e9 importante ter uma vida saud\u00e1vel, de paz e amor\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Teo Pedroso Mattar<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[33],"tags":[167,64,69],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7wWE5-bP","_links":{"self":[{"href":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/733"}],"collection":[{"href":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=733"}],"version-history":[{"count":4,"href":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/733\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1016,"href":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/733\/revisions\/1016"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=733"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=733"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=733"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}