{"id":220,"date":"2016-05-06T00:27:22","date_gmt":"2016-05-06T00:27:22","guid":{"rendered":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/?p=220"},"modified":"2016-05-25T17:53:00","modified_gmt":"2016-05-25T17:53:00","slug":"nono-titulo-falso-16","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/2016\/05\/06\/nono-titulo-falso-16\/","title":{"rendered":"Mem\u00f3rias de Fabiana"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Por Caio Fittipaldi M. Dantas<\/em><\/strong><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Caio-01-1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-814 size-medium\" src=\"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Caio-01-1-e1464198772822-191x300.jpg\" alt=\"Caio 01 (1)\" width=\"191\" height=\"300\" srcset=\"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Caio-01-1-e1464198772822-191x300.jpg 191w, http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Caio-01-1-e1464198772822-768x1208.jpg 768w, http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Caio-01-1-e1464198772822-651x1024.jpg 651w, http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Caio-01-1-e1464198772822.jpg 1461w\" sizes=\"(max-width: 191px) 100vw, 191px\" \/><\/a>Fabiana Fittipaldi, nasceu na cidade de S\u00e3o Paulo, capital,\u00a0 em 1\u00ba de agosto de 1975, no Hospital Albert Einstein. \u00c9 a filha\u00a0 mais velha, morava com seus\u00a0 pais, e dois \u00a0irm\u00e3os, Mauricio e Andr\u00e9. Sua fam\u00edlia come\u00e7ou quando seu pai, S\u00e9rgio, \u00a0que era dono de uma auto escola, teve como cliente sua m\u00e3e, Lucile.\u00a0 Ao fazer\u00a0 18 anos, a mocinha procurou o estabelecimento porque queria aprender a dirigir, mas algo muito inusitado aconteceu-\u00a0 S\u00e9rgio perdeu a carteira de identidade de Lucile! Isso a deixou muito brava, porque ela precisava do documento para prestar vestibular, ent\u00e3o ele resolveu que daria as aulas de gra\u00e7a como pedido de desculpas. E assim come\u00e7aram a namorar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fabi gostava muito de livros, e dedica isso\u00a0 ao seu av\u00f4. Ele tinha uma editora e mandava alguns para ela ler. Os livros que mais gostava, eram os da cole\u00e7\u00e3o \u201cEnrola e Desenrola\u201d, porque tinham\u00a0 v\u00e1rios finais e dependendo do que a pessoa queria fazer durante a leitura, \u00a0podia escolher determinada p\u00e1gina. Por exemplo, as pessoas estavam passeando e de repente\u00a0 encontravam \u00a0duas portas: se voc\u00ea quisesse entrar na porta vermelha tinha que ir \u00a0para a p\u00e1gina dez, e assim por diante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Suas brincadeiras favoritas eram: m\u00edmica, gato-mia e esconde- esconde.\u00a0 Gostava de bonecas e em sua \u00e9poca j\u00e1 existia a\u00a0 Barbie. Tamb\u00e9m gostava de um macaco de pel\u00facia que se chamava Sim\u00e3o. Jogava truco, taco e v\u00f4lei na piscina,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um fato marcante em sua vida, aconteceu quando Fabiana tinha quatro ou cinco anos e foi em um almo\u00e7o na casa de um amigo de seu pai. A cachorrinha dele havia acabado de dar cria, e ele a deixou trancada na lavanderia com uma plaquinha na porta dizendo que n\u00e3o era para ningu\u00e9m entrar, porque a cachorra estava com os filhotinhos \u00a0e ficava muito brava com qualquer pessoa que\u00a0 chegasse perto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como ela era pequenininha e ainda n\u00e3o sabia ler, foi at\u00e9 l\u00e1, abriu a porta da lavanderia e viu a cachorra com os filhotinhos.\u00a0 Por adorar muito cachorro, n\u00e3o aguentou, pegou um filhotinho no colo e sentou no meio deles. De repente, sua m\u00e3e e seu pai ficaram preocupados e come\u00e7aram a procur\u00e1-la pela casa inteira e nada de encontrar. At\u00e9 que o dono da casa se assustou:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Meu Deus ! Ser\u00e1 que ela foi at\u00e9 a lavanderia? Minha cachorra est\u00e1 l\u00e1 e \u00e9 muito brava .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sa\u00edram todos correndo para a lavanderia e quando abriram a porta, a garotinha estava l\u00e1, sentadinha no meio dos cachorros. Ela n\u00e3o queria sair de jeito nenhum, porque queria ficar com o cachorro. Foi embora chorando para casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No dia seguinte, seu pai foi trabalhar e quando voltou para casa, trouxe aquele cachorro lindo\u00a0 com um la\u00e7o de fita, de presente para Fabiana. Deram o nome de Thor ao bichinho. Era tanta felicidade que \u00a0ligou para todo mundo da fam\u00edlia contando a novidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas essa hist\u00f3ria teve um fim, quando Thor morreu. Um dia, ele saiu e nunca mais voltou, j\u00e1 estava bem velhinho. Foi quando mor\u00e1vamos em Atibaia&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Caio Fittipaldi M. 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