{"id":1449,"date":"2017-08-04T17:57:49","date_gmt":"2017-08-04T17:57:49","guid":{"rendered":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/?p=1449"},"modified":"2017-08-04T17:57:49","modified_gmt":"2017-08-04T17:57:49","slug":"memorias-de-marcia-com-participacao-especial-de-chico-o-pequeno-mico","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/2017\/08\/04\/memorias-de-marcia-com-participacao-especial-de-chico-o-pequeno-mico\/","title":{"rendered":"Mem\u00f3rias de M\u00e1rcia com participa\u00e7\u00e3o especial de Chico, o pequeno mico"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><em>Nina Alves Grinbaum<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/2017\/08\/04\/memorias-de-marcia-com-participacao-especial-de-chico-o-pequeno-mico\/foz-do-iguacu\/\" rel=\"attachment wp-att-1450\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-1450 alignleft\" src=\"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/FOZ-DO-IGUACU-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/FOZ-DO-IGUACU-300x169.jpg 300w, http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/FOZ-DO-IGUACU-768x432.jpg 768w, http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/FOZ-DO-IGUACU-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/site.veracruz.edu.br:8087\/historias\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/FOZ-DO-IGUACU.jpg 1928w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Meu nome \u00e9 M\u00e1rcia Larica Magalh\u00e3es Alves, nasci no ano de 1961 em Itabira, mas agora moro em Belo Horizonte &#8211; uma das principais cidades de Mina Gerais. Atualmente, tenho 55 anos completos.<\/p>\n<p>A primeira vez que frequentei a escola, eu tinha 5 anos. Depois de 1 ano eu deveria ir para o pr\u00e9-prim\u00e1rio, mas acabei pulando um ano e fui direto para o primeiro ano.<\/p>\n<p>Certo dia, quando tinha 10 anos, minha vizinha, amiga de minha m\u00e3e, me contou que existia uma profiss\u00e3o onde profissionais desenhavam objetos, como carros, eletrodom\u00e9sticos, m\u00f3veis, entre outros&#8230; Essa profiss\u00e3o se chamava, na \u00e9poca, Desenho Industrial. \u00a0A partir daquele dia, fiquei com vontade de ser aquilo quando crescesse, mas me tornei <strong><em>designer<\/em>,<\/strong> uma profiss\u00e3o que tamb\u00e9m se utiliza desenho, por\u00e9m tem propostas diferentes.<\/p>\n<p>Na minha inf\u00e2ncia, eu gostava muito de andar de bicicleta e fazer brincadeiras no meu clube. O que eu mais gostava de comer, eram doces, doces de todos os tipos: brigadeiro, beijinho, sorvete e v\u00e1rios outros que as crian\u00e7as costumam gostar, ops, quer dizer, AMAR!<\/p>\n<p>Na minha fam\u00edlia, minha m\u00e3e, meu pai, minhas tr\u00eas irm\u00e3s e eu, j\u00e1 tivemos v\u00e1rios animais de estima\u00e7\u00e3o, mas o que eu mais gostei foi um pequeno mico muito espertinho que tivemos, voc\u00ea pode achar meio estranho, mas n\u00f3s tivemos SIM um macaco!<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria que vou contar agora, \u00e9 de como conseguimos comprar esse pequeno animal danadinho.<\/p>\n<p>Quando eu tinha 11 ou 12 anos, eu, minha m\u00e3e, meu pai e minha irm\u00e3 mais nova, fomos viajar para o Rio Grande do Norte para visitar meu tio, irm\u00e3o do meu pai. Fomos de carro, porque naquela \u00e9poca quase ningu\u00e9m usava avi\u00e3o e o carro do meu pai- que utilizamos naquele dia para viajar- era grande, confort\u00e1vel e \u00f3timo para viagens.<\/p>\n<p>A viagem demorava alguns dias, ent\u00e3o n\u00f3s pass\u00e1vamos o dia na estrada e de noite procur\u00e1vamos algum lugar para dormir, podia ser um hotel, um chal\u00e9, ou outros tipos de hospedagem para turistas.<\/p>\n<p>N\u00f3s viajamos- quase- pelo Nordeste inteiro, ent\u00e3o par\u00e1vamos nas divisas dos estados, meu pai pegava a c\u00e2mera ent\u00e3o&#8230; Click! Tirava uma foto e, para ser precisa, passamos por 6 estados!<\/p>\n<p>Em uma das divisas, para atravessar o Rio S\u00e3o Francisco, n\u00f3s t\u00ednhamos que usar uma balsa. Essa balsa era utilizada para transporte de carros e caminh\u00f5es, tinham muitos deles, ent\u00e3o t\u00ednhamos que esperar que todos estivessem embarcados para podermos atravessar o rio!<\/p>\n<p>Na volta dessa viagem, fizemos o mesmo caminho e passamos novamente por esse rio. Nas margens dele, haviam vendedores ambulantes, que vendiam desde comidas, at\u00e9 animais!<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, n\u00f3s nos apaixonamos por um pequeno miquinho, mas primeiro perguntamos se ele era manso e o vendedor disse que sim, ent\u00e3o o compramos.<\/p>\n<p>O vendedor fez alguma coisa com ele para ficar manso, porque quando eu e minha irm\u00e3 adormecemos no carro, o mico pulou para o banco da frente aterrissando na marcha, meu pai deu uma freada brusca e minha m\u00e3e ficou aos berros, fazendo eu e minha irm\u00e3 acordarmos. N\u00f3s pegamos a gaiola (esqueci de mencionar que compramos uma gaiola) e trancamos o macaco nela. O nome que demos foi Chico, com o apelido de Chiquinho.<\/p>\n<p>Depois de horas, chegamos em um hotel de Salvador, onde n\u00e3o se permitiam animais, ent\u00e3o levamos o Chico escondido para dentro dele. N\u00f3s fomos jantar e quando voltamos o encontramos &#8211; n\u00e3o sei como- na recep\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>E essa foi a incr\u00edvel hist\u00f3ria do Chico, nosso pequeno miquinho! Al\u00e9m de ter comprado o Chiquinho, essa viagem foi muito especial porque eu pude aprender sobre 7 estados brasileiros e suas culturas t\u00e3o diferentes.<\/p>\n<p>Quando cresci, meu primeiro namoro foi com16 anos, me casei com 25 e terminei com 36, ou seja, 11 anos depois que me casei. Voc\u00ea deve estar se perguntando porque eu terminei, pois bem, eu terminei porque eu e meu marido t\u00ednhamos planos muito diferentes, por exemplo: Eu queria viajar e estudar fora do pa\u00eds, j\u00e1 meu marido queria ficar em Belo Horizonte.<\/p>\n<p>As pessoas mais especiais da minha vida foram meu pai, minha m\u00e3e, minhas irm\u00e3s, minha av\u00f3 Isabel, meu av\u00f4 Magalh\u00e3es e minha sobrinha, filha da minha irm\u00e3 mais nova, Nina. Essas pessoas foram e s\u00e3o importantes, porque me ensinam e j\u00e1 ensinaram coisas fundamentais para minha vida. Por exemplo, quando convivo com minha sobrinha, a Nina, aprendo muitas coisas. Certa vez quando ela era pequena, me contou uma hist\u00f3ria inventada que n\u00e3o seria poss\u00edvel de acontecer, isso me ajudou com minha criatividade, ou seja, quando brinco com ela, ou estou com ela, exercito minha criatividade, tenho mais imagina\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>Espero que voc\u00eas tenham gostado de me conhecer e ler a hist\u00f3ria do Chiquinho! Quem sabe um dia voc\u00eas comprem um animal t\u00e3o malandro quanto ele!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nina Alves Grinbaum &nbsp; Meu nome \u00e9 M\u00e1rcia Larica Magalh\u00e3es Alves, nasci no ano de 1961 em Itabira, mas agora moro em Belo Horizonte &#8211; uma das principais cidades de Mina Gerais. Atualmente, tenho 55 anos completos. A primeira vez que frequentei a escola, eu tinha 5 anos. 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