Em busca de respostas sobre a escrita não ficcional

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De onde vem a noção de escrita não ficcional? Quem foi o primeiro escritor da história ocidental a diferenciar ficção de não ficção? Se, para a civilização greco-romana, no início de tudo está Homero, é para lá que devemos olhar em busca de respostas para essas perguntas. E foi isso o que fez o professor Alexandre Hasegawa na primeira edição do Panorama da Literatura de 2017, evento do curso de pós-graduação Formação de Escritores, do Instituto Vera Cruz, na noite de segunda-feira, dia 17 de abril.

 

Os termos modernos “ficção” e “não ficção” foram tratados com certa liberdade para explicar como a relação com a verdade era encarada por poetas, filósofos e historiadores da Antiguidade. De Homero a Hesíodo, de Platão a Aristóteles, de Heródoto a Luciano de Samósata, Hasegawa traçou um panorama extenso e complexo da relação entre aquilo que é inventado e o que é observado.

 

Professor de Língua e Literatura Latina da Universidade de São Paulo e membro do conselho editorial da revista Revera – Escritos de criação literária, Hasegawa participa, desde 2012, da série de encontros Panorama da Literatura.

 

Em breve serão divulgadas as datas dos próximos eventos em 2017.